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Polícia de São Bernardo diz que já identificou suspeitos de assaltar delegacia

Armas de diversos calibres, munições, coletes balísticos, celulares apreendidos em ocorrências policiais foram roubados no ABC Por Matheus Herbert De São Paulo

A Polícia Civil de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, região metropolitana de São Paulo, informou que já identificou alguns suspeitos de participarem do roubo ao prédio do 8º Distrito Policial da cidade, durante o feriado prolongado de 9 de Julho. Delegacia foi invadida e armas de diversos calibres, munições, coletes balísticos, celulares apreendidos em ocorrências policiais e uma quantidade de droga ainda a ser contabilizada foram dasroubadas. O caso segue em investigação e até o fechamento desta edição ninguém havia sido preso.

O caso foi descoberto quando um escrivão da delegacia chegou para trabalhar por volta das 8h45 de terça-feira. A delegacia invadida não funciona 24 horas por dia, apenas no turno das 9h às 19h e ficou fechada desde 19h da última sexta-feira.

Ao chegar no local, o escrivão percebeu o roubo e chamou o chefe de investigação, a escrivã chefe e o delegado titular do 8ª DP. Uma equipe de peritos esteve no local e coletou impressões digitais no alicate usado para o arrombamento, em móveis e portas. As impressões digitais foram usadas na identificação dos suspeitos. A Corregedoria da Polícia Civil acompanha o caso.

Os criminosos levaram uma espingarda calibre 12 da Polícia Civil, uma garrucha, munições de diversos calibres, sendo das apreensões e da própria Polícia Civil, dois coletes balísticos, 12 revólveres e drogas. A quantidade de entorpecentes levados pelos criminosos não foi informada.

A equipe da delegacia não soube informar o motivo de as drogas estarem em armários de aço, quando o correto seria enviá-las ao Instituto de Criminalística de São Paulo.

Através de uma nota oficial, a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo informou que a “Polícia Civil instaurou inquérito para apurar o caso. Mais detalhes não podem ser divulgados para não atrapalhar as investigações. Além disso, a SSP está em tratativas com o TJSP e com o Exército para estabelecimento de um novo fluxo de destruição ou doação das armas apreendidas.”

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