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Grande São Paulo está há mais de 100 dias sem registrar chuva forte

Durante toda a semana passada, a umidade relativa do ar ficou abaixo de 30% na Grande SP, com tempo quente e seco Por Portal O Taboanense Da Grande São Paulo

Taboão da Serra completou na terça-feira, 100 dias sem chuvas significativas registradas na cidade. O tempo seco vem causando queimadas em matas, além de aumentar as doenças respiratórias, principalmente em crianças. Durante toda a semana passada, a umidade relativa do ar ficou abaixo de 30% na Grande SP, segundo dados do Climatempo.

Na quarta-feira, houve chuviscos no início da manhã e no final da tarde. E a temperatura não passou dos 22°C. Nesta quinta-feira, a possibilidade de garoa é de 20% e a máxima prevista é de 23°C.

Mas, mesmo sem previsão de chuva para os próximos dias, a umidade do ar deve se manter entre 46% e 38% nos outros dias da semana. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o ideal é que ela varie entre 50% e 80%.

Em Embu das Artes e Itapecerica da Serra, que também sofrem com a falta de chuvas a quase 100 dias, a previsão segue a mesma de Taboão da Serra. A umidade relativa do ar um pouco mais alta até quarta-feira, quando o clima seco deve voltar a predominar, caindo para menos de 45% em toda a região.

Itapecerica da Serra inclusive deve registrar as temperaturas mais baixas das cidades da região. A mínima para quinta e sexta-feira deve chegar a 12º C.

Em Juquitiba, a umidade do ar chegou a 80% na terça- feira com chuva fraca. Nos dias seguintes, a umidade cai bastante, chegando 40% no fim de semana. A temperatura deve ficar entre 26º C e 15º C. Em São Lourenço da Serra a umidade do ar ficou em 74% nesta terça-feira, caindo para menos de 35% no sábado, dia 28. O padrão de ar seco deve predominar sobre o estado de São Paulo, de forma geral, até o fim de julho, segundo informou o site Climatempo. Mais duas frentes frias vão passar por São Paulo até o fim de julho. A primeira durante a terçafeira, 24 de julho, e a segunda deve chegar ao estado no dia 29 de julho. Estas frentes virão mais fortes e poderão provocar chuva. Na Capital, onde a medição de chuva é feita diariamente, choveu 12,7 mm em junho, 75% abaixo da média histórica para o mêes.

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