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Número de furto de hidrômetros dobra na Grande São Paulo

O equipamento que serve para registrar o consumo de água dos imóveis é feito de cobre, e por ter alto valor de venda é alvo dos criminosos Da Reportagem De São Paulo

Os furtos de hidrômetros aumentaram na Grande São Paulo, segundo informações da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo).

O equipamento que serve para registrar o consumo de água dos imóveis é feito de cobre, e por ter alto valor de venda é alvo dos criminosos.

De acordo com a Sabesp, são em média, 14 furtos de hidrômetros todos os dias na região metropolitana. Somente no primeiro semestre deste ano foram registradas 2.425 ocorrências na Grande São Paulo. O número é duas vezes maior do que os casos no mesmo período do ano passado, 1.449.

Uma das cidades que teve aumento de furtos do equipamento foi Santo André.

Foram 761 casos entre janeiro e junho de 2018 contra 304 furtos no mesmo período, em 2017. A orientação da Sabesp e do Serviço Municipal de Saneamento Ambiental (Semasa) da cidade é que os clientes a instalem caixas protetoras para evitar o crime.

Uma outra alternativa é trocar o cobre pelo plástico, como aconteceu na cidade de Guarulhos.  A estratégia do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAEE) conseguiu reduzir o número de furtos de hidrômetros de 832 no primeiro semestre do ano passado para 304 no primeiro semestre deste ano.

De acordo com o SAEE, além de não atrair ladrões, os novos equipamentos são mais precisos.

A Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que as polícias civil e militar realizam operações contra a comercialização deste tipo de aparelho e que no início de julho, um homem foi preso em flagrante em Santo André por suspeita de receptação de hidrômetros.

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