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Base Móvel da GCM em Taboão da Serra é atacada a tiros por criminosos

Base pode ter sido alvo de criminosos por vingança após morte de quatro suspeitos de integrar uma facção criminosa Por Portal O Taboanense Da Grande São Paulo

A base móvel da GCM no Jd. Leme foi alvo de um atentado no início da madrugada desta terça-feira, dia 31. Um bando fortemente armado, com pistolas e espingardas calibre 12, atirou diversas vezes contra dois guardas que estavam no local, apesar da quantidade de disparos, eles não ficaram feridos.

Veja abaixo o vídeo que mostra a ação dos criminosos.

Segundo informações, os GCMs que estavam na base revidaram ao ataque e os bandidos acabaram fugindo a pé, deixando para trás uma Palio Weekend utilizada no atentado. Até o fechamento desta matéria não se sabe se algum criminoso foi atingido pelos disparos dos policiais.

Após o crime, diversas viaturas da Polícia Militar e da GCM de Taboão da Serra fizeram buscas na região atrás do bando. Imagens de câmeras de seguranças da rua onde aconteceu o atentado estão sendo utilizadas para tentar identificar os criminosos. Qualquer informação sobre o ataque pode ser feita através do telefone 181, ou ainda pelo 153 (telefones fixos de Taboão da Serra).

A base fica no cruzamento das ruas Julio Fernandes com a Julio Cesar Acosta Gimenez. Ela foi instalada em agosto de 2014 na divisa entre Taboão da Serra e São Paulo, rota utilizada por criminosos para fugas.

Essa não é a primeira vez que a base é alvo de atentados. Em dezembro de 2014, dois homens em uma moto preta passaram atirando e acertaram dois tiros em um GCM que estava no local, os projéteis acertaram a barriga e o braço do GCM, que estava de colete à prova de balas. Ele foi hospitalizado e recebeu alta uma semana depois.

Guardas ouvidos pela reportagem acreditam que a ação tenha sido uma represália contra a ação da Rota, grupo de elite da PM, que no domingo, dia 29, matou quatro homens na rua Grenoble, no Campo Limpo, acusados de integrar uma facção criminosa.

“Eles estão buscando vingança e qualquer força policial é alvo”, disse um GCM em condição de anonimato.

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