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Justiça absolve dois PMs e um vigia acusados de integrar grupo de extermínio

A promotoria pediu a absolvição dos três acusados por entender que as provas para incriminá-los eram frágeis Da Reportagem De São Paulo

Dois policiais militares e um vigilante acusados de integrar grupo de extermínio que tentou matar quatro pessoas num bar em Osasco, na Grande São Paulo, em 2013, foram absolvidos pela Justiça de São Paulo nesta segunda-feira. O promotor pediu a absolvição dos três acusados por entender que as provas para incriminá-los eram frágeis.

A maioria dos jurados inocentou o tenente Diego Rodrigues de Almeida, do soldado das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) Fabrício Emmanuel Eleutério, ambos da Policia Militar, e o vigia Marcio Silvestre Ferreira.

As defesas alegaram que os réus negam os crimes. Já a acusação sustentava que os policiais e o vigia queriam executar os quatro homens para vingar a morte de um policial em 5 de fevereiro de 2013, em Osasco (o assassinato do PM foi filmado por câmeras). Diego responde em liberdade. Fabrício está preso, mas por ter sido condenado em outro caso, a maior chacina da história do estado de São Paulo, onde foi acusado de integrar outro grupo de extermínio que matou 17 pessoas e feriu sete em Osasco e Barueri em 2015 para vingar as mortes de um policial e de um guarda-civil. Marcio está detido também, mas por ter sido acusado de outro homicídio.

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