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Taboão da Serra cria 521 novas vagas de emprego em julho

A maioria das novas vagas foram criadas no setor de serviços, que teve um aumento de 470 postos no mês de julho Da Reportagem De São Paulo

A cidade de Taboão da Serra abriu 521 novas vagas de emprego formal em julho, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados na quarta-feira, pelo Ministério do Trabalho. No mês passado foram 3.126 admissões e 2.605 desligamentos, resultando no saldo positivo.

A maioria das novas vagas foram criadas no setor de serviços, que teve um aumento de 470 postos no mês de julho. O comércio taboanense também teve superávit, com 58 novas vagas. A indústria também registrou crescimento com 28 postos.

Já o setor da construção civil foi o que mais perdeu vagas, com um déficit de 25 empregos no mês de julho. Somente neste ano foram extintas 246 vagas no setor.

Ainda segundo os dados do Caged, no acumulado do ano, entre janeiro e julho foram criadas 3.492 novas vagas com carteira assinada.

Nos últimos 12 meses, a economia de Taboão da Serra vem mostrando sinais de recuperação. No período foram criadas 3.642 novos postos de trabalho, disparado o maior número da região.

Embu das Artes, nos últimos 12 meses, gerou apenas 309 vagas, Itapecerica da Serra, 245 e Embu-Guaçu teve uma média negativa, com menos 79 postos de trabalho.

Brasil

O País fechou o mês de julho com a criação de 47.319 postos no mercado de trabalho, o melhor desempenho para este mês desde 2012, ano em que foram abertos mais de 142,4 mil empregos com carteira assinada. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados na quarta pelo Ministério do Trabalho.

Ao todo, no mês foram abertas 1.219.187 vagas, enquanto o número de demissões foi de 1.171.868, revertendo o resultado negativo apurado em junho, quando foram fechados mais de 600 postos formais de trabalho.

De janeiro a julho, o saldo de admissões e demissões segue positivo, com a abertura de 448,2 mil novos postos. Se mantiver a tendência, o Brasil terá interrompido uma sequência de três anos de queda, quando foram encerrados mais de 2,88 milhões de empregos formais.

*Matéria com colaboração da Agência Brasil

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