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Jovem foi asfixiada e estrangulada, aponta laudo da polícia

Os legistas de Mogi das Cruzes apontaram que a causa da morte de Rayane foi asfixia mecânica por estrangulamento Por Matheus Herbert De São Paulo

Na tarde desta terça-feira (6), a Polícia Civil de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo, divulgou o primeiro laudo com a causa da morte da jovem de 16 anos, Rayane Paulino Alves. Os legistas apontaram no laudo que a causa da morte de Rayane foi asfixia mecânica por estrangulamento.

A Polícia Civil de Mogi também apontou que havia uma fratura no osso hióide, no pescoço da garota, que para as investigações foi causada por um golpe mata-leão.

A adolescente ficou desaparecida por oito dias, após sair de uma festa em um sítio que ficava localizado entre as cidades de Mogi das Cruzes e Guararema. O corpo dela foi encontrado no dia 28 de outubro.

Dois dias depois, um segurança da rodoviária de Guararema foi preso após análise de imagens do circuito de monitoramento e do celular de Rayane, que foi localizado em uma área de Jacareí, no interior de São Paulo.

O suspeito preso pelo crime, foi identificado como M.F. da S., de 28 anos. Ele confessou o crime durante depoimento. Ainda segundo a Polícia Civil de Mogi das Cruzes, o suspeito está em prisão temporária de 30 dias na cadeia municipal.

Quando o inquérito for concluído e a prisão preventiva for decretada ele deve ser transferido para um Centro de Detenção Provisória. Para isso, ainda é preciso aguardar os laudos dos exames toxicológico para indicar presença de espermatozoides. Além disso, mais testemunhas vão ser ouvidas.

Depoimento

O suspeito disse que abordou Rayane na rodoviária de Guararema onde trabalhava como segurança. No local, ofereceu carona à jovem, que aceitou.

No caminho, o segurança informou que manteve relações sexuais com Rayane. Após o ato sexual, o suspeito disse que foi ameaçado por Rayane. Ela teria dito que contaria ao pai dela que havia sido estuprada pelo homem.

Nesse momento, segundo a polícia, o suspeito disse que se descontrolou e asfixiou Rayane usando o cadarço da bota da jovem.

Ele vai responder na Justiça pelos crimes de homicídio qualificado e estupro. O corpo de Rayane foi localizado, em estado avançado de decomposição, às margens da alça de retorno 2 da rodovia Ayrton Senna, no sentido Capital.

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