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Justiça nega pedido de Mizael Bispo, condenado por matar Mércia Nakashima

Mizael Bispo é condenado por matar Mércia Nakashima, em 2010 em Guarulhos; detento queria reaver um revólver calibre e uma pistola Da Reportagem De São Paulo

O detento Mizael Bispo de Souza, condenado a 22 anos e oito meses de prisão pelo assassinato da ex-namorada Mércia Nakashima, em 2010, na região de Guarulhos, teve negado pela Justiça o pedido para reaver duas armas dele, um revólver calibre 38 e uma pistola 380.

Elas estão apreendidas pela polícia desde o crime, mas não têm relação com o homicídio, segundo a perícia. Mas por determinação da juíza Renata Vergara Emmerich de Souza, da Vara do Júri do Fórum de Guarulhos, o armamento será destruído pelo Exército.

A arma de onde partiu o tiro que atingiu o rosto de Mércia nunca foi encontrada. Após desaparecer de Guarulhos, em 23 de maio de 2010, a advogada foi encontrada morta, dentro de seu carro, no dia 11 de junho daquele mesmo ano. O veículo estava submerso numa represa em Nazaré Paulista. Laudo apontou que ela morreu afogada.

Mércia foi baleada por outra arma, que nunca foi encontrada.

Mizael, que é advogado e policial militar reformado, foi condenado em 2013 e cumpre a pena de prisão em regime semiaberto na Penitenciária de Tremembé, no interior paulista. Ele, que sempre negou ter matado Mércia, havia pedido a restituição das armas em julho, alegando que elas são "de origem lícita".

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