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Travessia Ilhabela-São Sebastião terá oito balsas

Secretário estadual de Logística e Transportes anunciou a chegada da oitava balsa durante reunião em São Paulo Da Reportagem Do Litoral Norte

Em reunião realizada na tarde desta quarta, o secretário Estadual de Logística e Transportes, Mário Mondolfo, afirmou que o sistema de travessia por balsa São Sebastião-Ilhabela passará a funcionar, no verão, com oito embarcações.

O anúncio da chegada da FB-28, com capacidade para 62 veículos, totalmente reformada, foi feita ao prefeito de Ilhabela, Márcio Tenório, vereadores, secretários, ao presidente da Associação Comercial e Empresarial e à União Municipal de Estudantes de Ilhabela.

O secretário também prometeu investimentos na manutenção das balsas, que representa a instalação de 20 novos motores e a reforma dos atuais, que ficarão como reserva técnica. Assim, a manutenção ficará mais eficiente, segundo Mondolfo, que informou a aplicação de R$ 23 milhões de investimentos na travessia neste ano de 2018.

Ainda de acordo com a Secretaria, no feriado de 2 de novembro estarão funcionando sete balsas, com exceção da FB-20, em reforma e retorno previsto para dezembro.

O secretário também afirmou a chegada da primeira lancha Catamarã, com capacidade para 370 passageiros. A segunda lancha tem chegada prevista para o início de 2019. Ele ainda falou de tratativas com o prefeito de São Sebastião para implantação de um bolsão de estacionamento do lado do continente, melhorando o trânsito dos moradores da ilha.

No encontro, o prefeito reiterou as reivindicações feitas anteriormente e demonstrou sua indignação com o problema da travessia. Após a reunião, Márcio Tenório disse que espera o cumprimento do compromisso assumido pelo secretário.

Balsas podem ser privatizadas

Neste ano, a prefeitura anunciou a ideia de conceder o serviço de balsas à iniciativa privada. Para a reportagem da Gazeta, a assessoria da prefeitura afirmou que “isso é algo que será estudado. Mais importante agora é assegurar melhorias nas condições de trabalho e atendimento aos usuários”.

Caso isso aconteça, de acordo com o projeto inicial, os moradores da ilha pagariam um preço menor pela viagem do que os turistas, tanto na ida quanto na volta.

A previsão, caso ocorra, é que o processo de concessão dure pelo menos dois anos.

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