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Mulheres disputam evento de surfe em Ubatuba

O campeonato, exclusivo para mulheres, reúne atletas da categoria profissional e amadoras de base, na sub10, sub12, sub14 e sub16 Da Reportagem Do Litoral Norte

O Wizard Brasileiro de Surf Feminino realiza sua quarta edição em Ubatuba. A prova acontece entre os dias 23 e 25 de novembro (de sexta-feira a domingo), na praia de Itamambuca. A novidade desta edição é a inclusão da categoria pro-júnior na disputa do título nacional.

O campeonato, exclusivo para mulheres, reúne atletas da categoria profissional e amadoras de base, na sub10, sub12, sub14 e sub16.

Este ano, a organização também traz o longboard profissional para fazer parte do páreo durante a competição - entretanto, esta última terá caráter apenas participativo, sem valer pontos para o ranking brasileiro.

No total, o evento terá premiação R$ 20 mil, sendo R$ 15 mil para a categoria profissional, e também uma bike motorizada da Uba Surf Motors; R$ 5 mil para a pro-júnior; além de kits e troféus para todas as finalistas.

Os homens poderão participar somente no Dantas Air Show – uma disputa exclusiva de aéreos.

Tradição

Como nas outras três edições, a Wizard apresenta a disputa que já vem se tornando uma tradição no surfe feminino.

“Estou dando minha contribuição para ajudar o surfe e resolvi investir no surfe feminino, que merece atenção. É muito gratificante fazer um evento para as meninas. Um sonho para a minha família e acredito, para todas as atletas do Brasil”, ressaltou Wiggolly Dantas, surfista profissional, natural de Ubatuba, que apresenta a prova que vai ocorrer neste fim de semana.

O surfista, que já passou pela elite mundial por três temporadas, tem apoio da mãe, Eliane Dantas, que hoje comanda o evento, e de sua irmã, Suelen Naraísa, bicampeã brasileira profissional em 2009 e 2010.

A iniciativa também tem o apoio da Associação Brasileira de Surf Profissional (Abrasp).

Elite mundial

Nas duas edições iniciais, quem levou a melhor foram duas surfistas com vivência na elite mundial: a catarinense Jaqueline Silva, em 2015, e a cearense Silva Lima, em 2016.

Já no ano passado, com a participação de mais de 130 atletas de todo o País, o título ficou “em casa”, com Luana Coutinho. Outro destaque foi a vitória de Sophia Medina, irmã de Gabriel Medina, na sub12.

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