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CORPO EM MALETA

Idosa guarda corpo de amiga morta em maleta por 1 ano; entenda

Idosa cumpriu pacto de amizade guardando o cadáver na maleta no Chile

Lucas Souza

Publicado em 12/04/2024 às 19:00

Atualizado em 12/04/2024 às 19:14

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Local onde a mala com os resto mortais foi encontrada / Reprodução/Google Street View

Uma idosa, de 80 anos, largou uma maleta que continha os restos mortais de uma amiga em uma rua em Santiago, no Chile. O corpo ficou guardado na mala por um ano. O caso segue em investigação. 

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Como aconteceu

A mala foi encontrada por um catador de lixo na comuna de Ñuñoa, na zona leste de Santiago. Por pensar que o objeto era de valor, ele decidiu levá-lo para casa.

Entretanto, a maleta exalava um “cheiro ruim” e logo entendeu  do que se tratava. A mala foi abandonada próximo ao local, onde a polícia a encontraria.

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Resolução do caso

Segundo o "G1", as autoridades tiveram acesso a imagens de câmeras de segurança que mostram uma idosa, de 80 anos, abandonando o objeto. O nome da idosa e da vítima não foram divulgados. 

A imprensa local relatou que as amigas se conheceram em uma paróquia e compartilhavam de uma forte devoção religiosa.

Entretanto, de acordo com a Igreja Católica, não há registros que confirmam essa religiosidade.

Por que guardar o corpo em uma mala?

Segundo o Ministério Público, as amigas fizeram um “pacto” de amizade e, por sua forte devoção, viviam reclusas da sociedade.

A amiga morreu em abril de 2023, aos 58 anos, de câncer e seu corpo foi colocado na maleta em virtude do pacto.

“Elas fazem este tipo de pacto para se isolar do mundo, tinham aspiração de serem como freiras em clausura, de não terem mais contato com o (mundo) exterior (...) fazem esta espécie de pacto, em caso de morte de uma ou da outra, de não comunicar às autoridades e cuidar de tudo até o último momento”, explicou o procurador Francisco Lanas, responsável pelo caso, a jornalistas.

*Texto sob supervisão de Matheus Herbert

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