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Segunda, 05 Fevereiro 2018 16:46

Previdência: verdades e mentiras

Na última semana de janeiro os meios de comunicação falaram de uma suposta desistência do governo em retomar a pauta Reforma da Previdência, diante da dificuldade em obter os 320 votos necessários para sua aprovação. Mas também informaram sobre a ofensiva governista, com gastos de mais R$ 50 milhões em peças publicitárias para explicar e convencer a população. Ano passado foram gastos R$ 103,5 milhões para a mesma finalidade.

Entre uma informação e outra, contraditórias entre si, melhor manter a mobilização contra a reforma. Temer argumenta com o déficit da Previdência e o fim dos privilégios, sobretudo no setor público. E mente mais, ao afirmar que a reforma não atinge os mais pobres. Ainda assim não convence com suas propagandas mentirosas e todo apoio dos meios de comunicação. Além do engodo, uma questão de credibilidade e moral que faltam a esse governo.

Para falar em fim de privilégios, a proposta de reforma teria que envolver aposentadorias nos setores judiciário, militar, legislativo e altos postos de governo, além de rever casos como o do próprio Temer, aposentado aos 55 anos de idade com cerca de R$ 50 mil por mês. Mas não, o setor público de que ele tanto fala são professores e outros setores da administração pública.

A Comissão Parlamentar de Inquérito comprovou que não há déficit e denunciou as muitas empresas, como bancos, veículos de comunicação, grande comércio e indústrias que devem bilhões à Previdência e o governo não cobra. Essa informação, não por acaso, não é divulgada pela Globo, Folha, Estadão etc.

Contra todos os trabalhadores, do campo e da cidade, pesa a exigência de idade mínima para se aposentar. A pessoa que começa a trabalhar aos 15 anos, dependendo da atividade, não chega aos 65 anos (homem) ou 62 (mulher). Além disso, é um crime reduzir à metade o benefício do cônjuge, em caso de morte do titular. Mas isso ele não informa. Típico do caráter de Temer.

Por isso não vamos baixar a guarda. Chega de injustiça! Chega de desmonte dos seus direitos e do país. Não à reforma da Previdência.

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