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Sequestra SP

Sequestra SP I. O coordenador da Rede Nossa São Paulo, Américo Sampaio, fez um balanço do trabalho da Câmara Municipal na atual legislatura. Segundo ele, a agenda da Casa foi “sequestrada” pelo Executivo durante a gestão do ex-prefeito João Doria, em função de seu interesse, primeiro, de disputar a Presidência da República.

Sequestra SP II. Isso fez com que o Legislativo voltasse sua atenção para medidas que não eram prioritárias para a cidade, como o plano municipal de desestatização e a “reforma” da Previdência proposta por Doria. Segundo Sampaio, o fato de São Paulo ser uma cidade populosa, com grande colégio eleitoral e com muitos recursos, faz com que ela seja atrativa para esse tipo de postura política, que não é inédita.  

Sequestra SP III. Assim como Doria, o hoje senador José Serra também deixou o cargo após 15 meses de mandato, também para ser candidato ao governo do estado em 2006. Serra também renunciou ao governo de São Paulo, em 2010, antes de concluir o mandato, para disputar a Presidência da República.

Ranking dos Políticos. Faltando três meses para as eleições, o site http://www.politicos.org.br/ do Ranking dos Políticos inaugura uma nova ferramenta para auxiliar o cidadão. Agora, é possível pesquisar de forma organizada, em um só lugar, sobre todos os processos judiciais, ações, inquéritos e investigações a que os atuais senadores e deputados federais respondem. Com uma base de dados recém-atualizada, o Ranking traz quase 1,5 mil apontamentos jurídicos sobre os parlamentares, que foram obtidos diretamente dos Tribunais de Justiça Estaduais, STJ, STF, Tribunais de Conta e Tribunais Eleitorais.

PL do veneno. Um abaixo-assinado online reúne internautas contrários à aprovação do Projeto de Lei 6.299/02, conhecido como PL do Veneno. A mobilização é encabeçada pelo deputado estadual Aldo Demarchi (DEM). Em tramitação na Câmara dos Deputados, o projeto visa flexibilizar as regras para a utilização e registro de agrotóxicos no Brasil. Recentemente, o documento recebeu parecer favorável da comissão especial da Casa e deve seguir para votação em plenário, em Brasília.

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