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Contratações na USP

Contratações na USP I. Recuperando-se de grave crise econômica, a Universidade de São Paulo (USP) aprovou a contratação de professores e prevê, pela primeira vez em cinco anos, superávit nas contas em 2019. Com contratações congeladas desde 2014, o número de docentes diminuiu, enquanto o de estudantes aumenta ano a ano. Segundo alunos, o reflexo são salas de aulas cheias, redução de disciplinas oferecidas e até mutirões de professores.

Contratações na USP II. A crise que se agravou a partir de 2014 trouxe déficit anual de até R$ 1 bilhão para a instituição e quase consumiu uma reserva bancária superior a R$ 3 bilhões. Como solução, além de três programas seguidos de demissão voluntária, a reitoria definiu congelamentos de obras e de contratações. Agora, para os próximos quatro anos, a instituição deverá ter 550 novos docentes – 150 contratações já foram autorizadas em 2018, há 250 com aval previsto para 2019 e 150 para 2020.

Previdência Municipal. A Câmara Municipal de São Paulo aprovou, por 33 a 17 votos, a Reforma da Previdência municipal. No lado de fora, servidores que protestavam contra a reforma foram dispersados pela Guarda Civil Metropolitana (GCM) com bombas de gás lacrimogêneo, spray de pimenta e balas de borracha. O confronto entre os policiais e o grupo de manifestantes deixou feridos. A Polícia Militar teve que fazer um cordão de proteção, com escudos, para impedir a entrada dos manifestantes no edifício. O projeto de lei que foi aprovado, de autoria do Poder Executivo, determina o aumento da contribuição dos servidores públicos, de 11% para 14%, e cria uma previdência complementar para novos trabalhadores do setor público. Agora, o texto vai para a sanção do prefeito Bruno Covas.

Greve dos servidores. Servidores municipais da Capital decidiram agendar uma paralisação para o dia 4 de fevereiro contra o aumento da contribuição que, com a aprovação da proposta, passa de 11% para 14%. Segundo o presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de São Paulo, Sérgio Antiqueira, a data da greve foi escolhida por coincidir com o início das aulas na rede municipal. Diversos servidores interromperão seus serviços como professores, assistentes sociais, profissionais dos CEUs, de esportes, bibliotecas, servidores do serviço funerário e profissionais de hospitais que não trabalham nas emergências e da vigilância sanitária.

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