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Panos quentes

Panos quentes. Depois de o prefeito Bruno Covas (PSDB) faltar à sua cerimônia de posse, o governador João Doria (PSDB) fez na tarde da quarta-feira, sua primeira agenda pública participando de um ato para marcar a conclusão das obras do Hospital Municipal de Parelheiros, na zona sul de São Paulo, ao lado do prefeito. No evento, que teve tons de campanha eleitoral, Doria procurou desfazer a impressão de afastamento do prefeito, seu antigo vice.

Reajuste de tarifa. O ex-governador paulista Márcio França (PSB) afirmou que deixou o governo sem anunciar o reajuste das tarifas de trem e metrô de São Paulo porque o sucessor João Doria (PSDB) queria um valor maior do que o que a sua equipe defendia durante a transição. Segundo França, não houve consenso entre os dois lados porque seu governo pretendia aplicar apenas a correção inflacionária dos últimos 12 meses no valor das passagens (3,6%), aumentando a tarifa de R$ 4 para R$ 4,15, enquanto que a equipe de Doria queria um reajuste para R$ 4,25.

Tragédia na educação. O secretário da educação de São Paulo Rossieli Soares da Silva disse que 2,5 milhões de alunos podem ficar sem aula por falta de professores e que não há contratos para entrega de kits escolares e material pedagógico para os alunos.Rossieli deu sua primeira entrevista no cargo em coletiva de imprensa no Palácio dos Bandeirantes ao lado de João Doria, do vice Rodrigo Garcia, do secretário da fazenda Henrique Meireles e do secretário de segurança pública General Campos.Rossieli disse que “temos um prejuízo gigantesco na educação para o início do ano letivo” e que “estamos encontrando uma tragédia na educação (do estado)”.

Estilo Covas. O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), encerra o ano desativando aos poucos projetos de seu antecessor, João Doria (PSDB), enquanto procura definir as marcas que ele mesmo quer deixar, de olho em sua campanha em 2020.A ideia de Covas é dar em 2019 novos ares à gestão.

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