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Do alto, dá para ver o contorno das praias de Ubatuba, Angra dos Reis e Paraty, a cidade litorânea mais próxima. Essa paisagem só é possível porque Cunha, a 223 km de São Paulo, está a quase mil metros de altitude. Por essas características, o município ganhou o status de estância climática: as temperaturas são amenas e há dois climas bem definidos: verões chuvosos e invernos frios. Mas nem só de clima bom vive a cidade.

Por estar em um ambiente de serra, trilhas para alcançar locais mais altos fazem parte do passeio. Um deles, a pedra da Macela, com 1840 m de altitude, é o mais alto da região, e proporciona uma vista incrível. Outro ponto que os visitantes adoram conhecer é o lavandário: uma grande plantação de lavanda, que chama a atenção pela cor roxa de suas flores, que dão um colorido bastante especial ao local. No local, há uma loja, com produtos feitos a partir da planta.

Andar pela cidade também é uma atração à parte. O casario, de construções antigas, leva os visitantes a viajar no tempo da colonização. O calçamento é feito, em boa parte, de pedras, o que reforça o clima de antigamente.

Por ser uma cidade na serra, outro atrativo que não pode faltar são as cachoeiras. Algumas das mais conhecidas são as da Barra, do Barracão, do Desterro, do Jericó, do Mato Limpo, do Pimenta, do Paraibuna e a do Paraitinga. No verão, elas são bastante procuradas para dar aquela refrescada.

Para conhecer os produtos típicos da região, o Mercado Municipal é um dos melhores lugares. É pequeno, mas lá se encontram cachaça, cestas, balaios, cerveja, frutas e embutidos. E tem outro item pelo qual a cidade é conhecida: a cerâmica.

Tanto é verdade que Cunha é conhecida com a cidade da cerâmica, mas é um tipo especial. Tudo começou com um grupo de artistas que chegaram à cidade na década de 1970, e passaram a usar o antigo matadouro, que estava desativado, como ponto de encontro e um ateliê. Entre esses artistas estavam alguns japoneses, que desenvolveram um forno específico para cozinhar o barro e fazer a cerâmica, o forno noborigama. São vários fornos interligados, que conseguem atingir altas temperaturas e produzem diferentes tipos de cerâmica.

Essa atividade ceramista foi tomando forma e, hoje é a principal atividade turística da cidade. Há um instituto de cerâmica, artistas passam temporadas em Cunha para usar os fornos e os produtos são bastante procurados pelos turistas. É um conjunto completo de atrações!

CLIMA HISTÓRICO

Cunha não é somente bonita pelos seus atributos naturais. Sua localização estratégica - perto do mar e do planalto - fizeram história. Na época da colonização, e por também estar próximo de Minas Gerais, expedições saíam do Rio de Janeiro e paravam por lá. Alguns viajantes acabaram se fixando naquelas terras e formaram um povoado.

Quando a exploração de ouro em Minas estava no seu auge, foi construída no local a Barreira do Taboão, que servia como um tipo de posto de controle, por parte do Império, para registrar o quanto de ouro era extraído. O nome da cidade veio bem depois, em homenagem ao governador da Capitania de São Paulo, Francisco da Cunha e Menezes. A rede hoteleira de Cunha atende à demanda turística - os hotéis e pousadas da cidade ficam bem cheios na época do Festival de Inverno. Para se chegar à cidade, o mais fácil é ir pela rodovia Presidente Dutra até Guaratinguetá, e sair na rodovia Paulo Virgínio. A melhor época para visitar a cidade é entre abril e outubro, quando as chuvas são menos intensas - e dá para aproveitar, entre junho e julho, o friozinho de serra no inverno. Uma vez na cidade, dá para andar de carro pelas ruas, mas fazer caminhadas pelas ruas antigas é um passeio especial, que faz os visitantes voltarem no tempo.


NÃO DEIXE DE CONHECER


album cunha 3 1 est ncia clim tica de cunha 504161Cachoeira do Barracão: As águas, mais calmas, são ótimas para quem quer tomar um banho sem pressa e preocupações. A melhor época para visitar é o verão, mesmo porque a água é bem gelada. Ao redor, por estar na região da Mata Atlântica, é possível ver pássaros típicos, como gaviões, e árvores de grande porte.
(Foto: Joás Ferreira)



lavandario com igreja da boa vista de 1724 ao fundo foto joas ferreira 503615Lavandário: O roxo dos cerca de 40 mil pés de lavanda colore a região - e o aroma das flores é outro atrativo especial. A propriedade rural onde ele está localizado também tem uma lojinha, que vende cosméticos, fragrâncias, roupas de cama, temperos, velas aromáticas e tem até sessões de massagens com óleos de lavanda.
(Foto: Joás Ferreira)



mercado municipal cunha foto joas ferreira 503626Mercado Municipal: Pode ser pequeno por fora, mas ele disponibiliza produtos típicos da cidade, como cachaça, frutas frescas, artesanatos e aquele clima do interior paulista.
(Foto: Joás Ferreira)

Publicado em Turismo

Uma pesquisa realizada pelo Centro de Informações Turísticas (CIT) de São Sebastião, que mede o fluxo de visitantes no município, registrou a presença de turistas estrangeiros vindos de ao menos 15 nacionalidades diferentes no último mês de outubro.

O levantamento do CIT identificou presença de pessoas de países como Austrália, Argentina, Chile, Estados Unidos, Espanha, França, Finlândia, Holanda, entre outros viajantes da América do Sul, Norte e Central, que estão se hospedando e conhecendo o destino São Sebastião.

De acordo com a Secretaria de Turismo (Setur), responsável pelo Centro de Informações, o Governo Municipal segue investindo para impulsionar o turismo na cidade, participando de mais de 30 feiras e eventos do setor turístico no Brasil e exterior. Somente no terceiro trimestre deste ano, foram mais de 10 feiras.

É possível ver o resultado disso em outra pesquisa. Segundo a Associação de Pousadas e Hotéis de Maresias (APHM), um estudo feito pela entidade mostrou que a média da taxa de ocupação em meios de hospedagem no bairro atingiu 88% no mês de outubro.

No quadro geral, o segundo semestre deste ano vem demonstrando um movimento considerado surpreendente pelo setor. Ainda no mês passado, a cidade alcançou a taxa média de 77,43% de ocupação, sendo a maior alta desde janeiro, quando a índice chegou a 95,23%.

A prefeitura realiza eventos e atividades durante todo o ano, que fomentam e aquecem o turismo no município, tanto na época de alta temporada, quanto no período de baixa temporada, resultando em alto fluxo de turistas nacionais e internacionais no município.

Publicado em Litoral

A estância turística de São Pedro quer usar suas belezas naturais para atrair turistas e praticantes de esportes de aventuras. A prefeitura está investindo na divulgação dos atrativos locais, como as belas paisagens da Serra do Itaqueri, de cujas encostas os praticantes de voo livre conseguem decolar para desfrutar cenários considerados deslumbrantes.

A cidade de 32 mil habitantes busca a fama já alcançada por Brotas, considerada a capital do turismo de aventura, e pela vizinha Águas de São Pedro, com suas fontes de água minerais.

São Pedro já se tornou ponto de encontro de motociclistas, que percorrem em grupos as curvas das estradas sinuosas, com paradas em mirante para apreciação da paisagem. Os turistas costumam parar no Parque do Cristo, no alto da serra, de onde conseguem ter uma visão do imenso vale que se descortina a partir da encosta.

No Parque do Voo Livre, os aficionados utilizam a rampa para decolar de parapente e asa-delta. Há pontos de partida também para voos de balão. Ainda no alto da serra, os turistas encontram pontos de venda de cachaça produzida em alambiques artesanais. O município já desenvolve também um roteiro de turismo rural, passando por sítios e fazendas que oferecem produtos típicos e gastronomia caseira, incluindo compotas e doces elaborados com frutas silvestres da região, como o jaracatiá.

Na área urbana, a região central atrai pelas lojas que vendem bordados e enxovais, além de doces caseiros. Conforme a secretária de Turismo, Clarissa Campos, a prefeitura investiu em eventos para que os visitantes permaneçam mais tempo na cidade. "Temos bons eventos todos os meses do ano, com destaque para o Carnaval da Família, as quermesses de São José, as festas de São Pedro e Santo Antônio, e o encontro de motociclistas."

A cidade conta com monumentos históricos, como a capela de Santo Antônio, e equipamentos de lazer importantes, como um parque aquático com água termal que está entre os dez mais visitados da América Latina. No ano passado, foram 481 mil visitantes. "A água sai do subsolo já quente e, entre as treze piscinas, algumas têm até ondas", informa a secretária.

Publicado em Estado
Sábado, 09 Novembro 2019 09:27

As pinturas rupestres da Serra da Capivara

Uma máquina do tempo: é a sensação de conhecer as pinturas rupestres do Parque Nacional da Serra da Capivara, que abrange as cidades de Canto do Buriti, Coronel José Dias, São João do Piauí e São Raimundo Nonato, no interior do Piauí. Tais pinturas, segundo estudos feitos por pesquisadores, chegam a ter 25 mil anos de idade, e foram feitas pelos primeiros povos que habitaram a região.

São desenhos de pessoas e animais, e ainda não se sabe ao certo porque nossos antepassados os faziam nas paredes: provavelmente retratavam rituais importantes para eles. O parque contém 737 sítios arqueológicos, mas apenas 173 deles são abertos ao público para visitação, sendo que 16 deles têm rampas, próprias para pessoas com dificuldade de locomoção.

Para se chegar até eles, é necessário fazer trilhas, com diferentes graus de dificuldade. Uma delas é o Caldeirão dos Rodrigues que, apesar de ter uma trilha de quatro horas de duração - e ver a natureza do semiárido nordestino é uma atração à parte - a caminhada compensa. As pinturas e reservatórios naturais de água (por isso o nome Caldeirão) compensam o esforço.

Se você quer tirar aquela foto, o mirante do Alto da Pedra Furada é o lugar perfeito. É o cartão-postal do Parque, e também de onde se tem a vista panorâmica de todo o local. O Baixão das Andorinhas, como o nome explica, no fim de tarde, é para onde elas vão, para os abrigos dos cânions.

O Museu do Homem Americano, dentro do parque, mostra a trajetória da ocupação humana nas Américas, bem como objetos pré-históricos e até ossos dos primeiros antepassados que foram encontrados na exploração arqueológica da região.

AULA DE HISTÓRIA

A entrada no Parque Nacional é gratuita e aberta o ano todo, mas a visitação aos sítios arqueológicos só é liberada mediante o acompanhamento de um guia. Assim, é possível ver não somente as pinturas rupestres, mas também toda a paisagem ao redor e conhecer um pouco mais da nossa história. Nem só de história é feita a Serra da Capivara. Os adeptos do pedal vão adorar andar de bicicleta pelas redondezas - há os ciclocondutores, que podem levar os visitantes com segurança aos vários pontos turísticos do local. É possível também adquirir cerâmicas em lojas especializadas, decoradas com as pinturas rupestres das cavernas do Parque.

Para se chegar lá, deve-se pegar um voo até os aeroportos de Teresina (PI) ou Petrolina (PE), e fazer o resto do caminho via ônibus até São Raimundo Nonato (PI). Alugar carros também é uma boa opção, visto que há estacionamento no local. A rede hoteleira das cidades que compreendem o parque nacional não é grande, embora tenha opções para todos os bolsos. É bom fazer reservas antes de viajar. O parque abre o ano todo. De janeiro a junho, com as chuvas, a vegetação fica mais verde, mas a caminhada nas trilhas fica mais difícil. O calor chega forte entre agosto e novembro, quando as folhas caem e a mata ganha coloração que varia do vermelho ao marrom.

NÃO DEIXE DE CONHECER

serra 20da 20capivara 9 marcello casal jr agencia brasil 451649Passeio acessível: Há 16 sítios arqueológicos adaptados para pessoas com dificuldade de locomoção. As passarelas possibilitam ver os paredões e as pinturas rupestres. A parte de conservação arqueológica é considerada Patrimônio Mundial da Unesco.
(Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)



serra 20da 20capivara 0081 marcello casal jr agencia brasil 451402Pedra Furada: Não tem como não parar e fotografar essa obra de arte da natureza. É o cartão-postal do Parque, e também um dos seus pontos mais altos, de onde se vê a Serra na sua quase totalidade.
(Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)



serra da capivara fumdham org br 451435Cânions e vegetação: A vista aérea da Serra da Capivara enche os olhos: um cânion rasga a paisagem, que é coberta pela vegetação típica do semiárido nordestino. A temperatura varia, de amena no primeiro semestre a mais quente no fim do ano - mas vale levar água, protetor solar e lanche para visitar o local em qualquer época do ano.
(Foto: Fumdham)

Publicado em Turismo
Sábado, 02 Novembro 2019 00:30

No canto do Brasil

O lugar onde o Brasil faz a curva: a pequena Touros é a cidade mais a nordeste do país. Por isso é conhecida como a "esquina do Brasil", e as praias de água azul clara despertam a atenção e faz os olhares dos turistas se perder no horizonte.

Touros tem pouco mais de 30 mil habitantes, e há duas versões para a origem do nome. Uma delas tem a ver com a chegada dos portugueses ao local, que teriam visto uma pedra em formato de touro. Outra versão fala que na região havia bastante gado.

Do que os portugueses gostaram - e não só eles - é que as praias são o grande atrativo da cidade. A mais conhecida delas é a de Perobas, que possui formações de recifes de corais, que criam verdadeiras piscinas naturais. Outro ponto muito visitado é a praia de Touros, com águas calmas, boa para todos se refrescarem.

Já a praia Pititinga é mais isolada, não recebe muitos visitantes e, por isso, boa para quem quer sossego. A de Carnaubinha é uma vila de pescadores, bastante simples, mas com um visual exuberante. A de Lagoa do Sal tem dunas e água própria para a prática de esportes aquáticos.

Mas nem tudo são praias em Touros. É lá que está o Farol do Calcanhar, que fica na praia de mesmo nome. É o segundo farol mais alto do Brasil e o mais antigo - era bastante útil aos navegantes que chegavam pelo oceano Atlântico em busca de terra firme. A igreja matriz da cidade, de Bom Jesus dos Navegantes, tem mais de 200 anos e é outro ponto bastante visitado.

EM EVIDÊNCIA

Como a localização privilegiada de Touros no litoral brasileiro - é bem mais próxima da Europa do que Porto Seguro, na Bahia - foi lá que os colonizadores de Portugal, em 1501, aportaram e fixou o marco de posse colonial, feito em pedra de mármore. Mas demorou um pouco mais para que houvesse, de fato, a fixação dos portugueses por lá. Isso só foi acontecer mais de cem anos depois.

A cidade em si era bem maior, mas os distritos foram se emancipando e se tornando cidades: Maxaranguape, Pureza e a famosa São Miguel do Gostoso, também bastante conhecida pelas praias e belezas naturais. Em Touros faz bastante calor no verão, mas chove mais no inverno. O que alivia um pouco as altas temperaturas são justamente as praias, que refrescam os turistas e moradores.

Mesmo sendo pequena, Touros tem uma razoável rede hoteleira, que vai de simples pousadas a um resort, o Vila Galé, que fica na praia de Touros e tem toda a estrutura de um hotel deste tipo, com piscinas, quartos e espaço para eventos de grande porte.

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farol do calcanhar Prefeitura de TourosFarol do Calcanhar: É o segundo mais alto do Brasil, com 62 metros de altura e 298 degraus. Mas é o mais antigo: foi construído em 1912, e servia para auxiliar as embarcações nas viagens à noite. Fica na praia de mesmo nome, e está fechado temporariamente para visitação.
(Foto: Prefeitura de Touros)



igreja matriz Prefeitura de TourosIgreja Matriz: A igreja de Bom Jesus dos Navegantes, padroeiro da cidade, tem 219 anos e os canhões que aparecem na foto não são à toa. A igreja, que pertence à Arquidiocese de Natal, fica perto da costa, e os canhões protegiam a região à época da colonização. Hoje são um adereço, e a paróquia entra em festa no dia 31 de dezembro, dia do padroeiro.
(Foto: Prefeitura de Touros)



praia de perobas Prefeitura de TourosPraia de Perobas: Um dos pontos mais visitados pelos turistas, também é onde os pescadores tiram seu sustento. Há passeios feitos de lancha para conhecer os arredores da praia. Há restaurantes e pousadas nas redondezas.
(Foto: Prefeitura de Touros)

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Sábado, 26 Outubro 2019 09:35

Búzios: Praias no paraíso

A geografia foi generosa com Armação dos Búzios, ou simplesmente Búzios, no litoral fluminense. O contorno de sua orla parece ter sido desenhado milimetricamente - o que resulta em praias com belezas únicas.

A cidade fica a 174 km do Rio de Janeiro e, por ser uma península (uma extensão de terra cercada por água), tem basicamente dois tipos de praia: as com água mais morna e de água mais gelada. Isso é devido às correntes marítimas: as que vêm do Equador, mais ao norte, são responsáveis pelas praias mais quentes, e as localizadas mais ao sul, por serem banhadas pelas correntes do polo sul, são mais frias. Mas isso não impede os turistas de aproveitar o banho de mar.

Búzios começou como uma vila de pescadores, com pouca estrutura hoteleira. Isso até 1964, quando a estrela hollywoodiana Brigitte Bardot decidiu passar uma temporada no pacato vilarejo. Ela gostou tanto - e os turistas que a seguiram também - que a cidade foi apelidada de Saint-Tropez brasileira, em referência a uma pequena cidade francesa, bastante parecida com a brasileira.

O sucesso da musa norte-americana foi tanto que ela acabou batizando um dos pontos turísticos, a Orla Bardot - tem até uma estátua dela por lá. As praias são o ponto forte de Búzios. São 23 delas, com perfis variados. Para quem quer velejar, a Rasa e a de Manguinhos são as melhores, por conta do vento perfeito. Os surfistas vão gostar das ondas de Geribá - as ondas fortes e a areia branca são uma combinação perfeita. Não à toa, é a mais frequentada.

Mas há praias boas para curtir com a família. As de Ferradura, Azeda, Tartaruga e João Fernandes são ótimas opções. Em algumas delas, há até barcos ancorados que servem de bares flutuantes. Já para quem procura tranquilidade, as praias do Forno, Azedinha e João Gonçalves ajudam os turistas a relaxar.

Especialmente nas praias mais tranquilas, os passeios de catamarã (ou escunas) são ótimos para quem quer ver a cidade de outro ângulo. Mas se as condições do tempo não forem favoráveis, com ventos e chuva, os passeios são cancelados pela Capitania dos Portos. Os praticantes do naturismo também têm uma praia exclusiva, a Olho de Boi. O acesso se dá pela praia Brava, em uma caminhada de 20 minutos, e a água é cristalina.

Outro ponto turístico que não deve ser deixado de lado é a rua das Pedras. É lá que estão as lojas que vendem suvenires, e boa parte dos restaurantes da cidade. Assim, com lembranças e boa gastronomia, os visitantes não esquecem de Búzios jamais!

VILAREJO CHIQUE

Búzios antes era um distrito da vizinha Cabo Frio - foi somente em 1995 que ela se emancipou e tornou-se um município. Mas bem antes disso, a vila já recebia turistas, que se hospedavam nas casas de pescadores. Por ser um lugar calmo, de águas limpas e beleza singular, sua fama foi aumentando gradativamente - e casas de veraneio passaram a ser construídas. Mas foi a chegada da atriz Brigitte Bardot que o turismo se desenvolveu de vez.

Hoje a estrutura hoteleira é bastante desenvolvida, com hotéis e pousadas voltadas para casais ou famílias. Para chegar a Búzios, o melhor caminho é ir, de avião, até os aeroportos do Rio de Janeiro e, de lá, alugar um carro e seguir por 174 km. Há a opção de ir de ônibus, saindo da rodoviária Novo Rio, na capital fluminense. Há o aeroporto de Cabo Frio, que recebe voos vindos de São Paulo, Campinas e Belo Horizonte somente nos fins de semana.

A cidade tem pouco mais de 30 mil habitantes e, na alta temporada, esse número sobe bastante. Mas tem espaço para todos: Búzios conta também com uma boa rede de restaurantes, bares e casas noturnas. Embora fique no litoral, não faz tanto calor por lá, nem os invernos são tão frios. O mês mais quente é fevereiro, quando faz quase 30°C. Setembro é quando a temperatura fica mais baixa e chega a 19°C.


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brigitte bardot buzios foto ronald pantoja 138305Orla Bardot: A atriz norte-americana Brigitte Bardot causou furor quando visitou Búzios - e uma estátua em sua homenagem foi instalada em um dos pontos mais visitados da cidade. Fica na praia da Armação, e quase não tem faixa de areia: no lugar dela, um calçadão guia os frequentadores.
(Foto: Prefeitura de Búzios/Ronald Pantoja)



colonia dos pescadores rua das pedras foto ronald pantoja 138373Colônia dos Pescadores: A simpática casinha lembra as origens da cidade e fica na rua das Pedras, onde estão localizadas lojas de suvenires e restaurantes, bares, cafés e agências de turismo.
(Foto: Prefeitura de Búzios/Ronald Pantoja)



praia da foca 1 138384Praia da Foca: É uma verdadeira piscina natural, emoldurada por rochas e verde. Não fica perto do centro da cidade: o acesso à trilha fica na rua 21, e o caminho é curto, não leva nem cinco minutos. Mas a vista compensa. De acordo com a maré, o nível da água muda rapidamente. Um pequeno bar oferece alimentação e bebidas aos visitantes.
(Foto: Prefeitura de Búzios/Ronald Pantoja)

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Sábado, 19 Outubro 2019 00:59

Cânions brasileiros

Localizada na divisa entre Rio Grande do Sul e Santa Catarina, Cambará do Sul atrai milhares de visitantes em busca de aventura e imagens inesquecíveis. A natureza foi generosa com a cidade, que está imersa em dois grandes parques nacionais, o de Aparados da Serra, onde está o cânion Itaimbezinho, o mais conhecido, e o da Serra Geral, que tem o cânion Fortaleza, que chama a atenção pela sua exuberância.

O parque Aparados da Serra fica aberto o ano todo e a entrada é gratuita. A visitação ao Itaimbezinho não precisa de guia, e há três trilhas para levar os turistas até lá. Uma delas dá acesso ao interior do cânion, a do Rio do Boi, que também é o único local permitido para entrar na água. Mas é bom levar água e lanches: não há restaurantes nem lanchonetes no local. É fácil encontrar as araucárias, árvores típicas de climas mais frios, que convivem muito bem com a flora da Mata Atlântica.

O parque da Serra Geral não fica muito longe do Aparados da Serra. É lá que está o cânion Fortaleza, com 900 m de profundidade, 1,5 km de largura e 7,5 km de extensão. Lá está a cachoeira do Segredo e a cachoeira do Tigre Preto.

Mas não só de cânions e trilhas vive Cambará do Sul. Como a cidade fica na Serra Geral, a mais de mil metros de altitude, os invernos são bastante frios por lá. Temperaturas negativas, geada e neve são comuns nesta estação. Por isso, uma tradição de décadas se mantém viva até hoje, a de tecer roupas, xales e cobertores com lã de carneiro - artesãos se especializaram nessa atividade e vendem suas obras aos turistas. Para aquecer os turistas que vêm em busca de aventura e belas paisagens!

UM PONTO NA IMENSIDÃO

Ao andar entre os enormes paredões rochosos dos cânions, os visitantes se sentem pontos minúsculos em meio a toda essa exuberância. Rios, ao longo de milênios, pacientemente esculpiram nas pedras um caminho que foi ficando cada vez mais profundo, e que criou trilhas incríveis. A entrada nos parques Aparados da Serra e da Serra Geral é gratuita e aberta o ano todo, mas é importante levar água e lanches, já que não há pontos de alimentação. Em dias mais quentes, protetor solar e um boné ajudam a proteger a pele e os olhos. Além dos cânions e das trilhas, Cambará do Sul tem aquele clima de cidade do interior. Famílias e amigos se reúnem na cozinha para colocar a conversa em dia, e saboreando um dos pratos típicos de lá: o pinhão na chapa. A rede hoteleira de Cambará do Sul é bem estruturada, com várias pousadas, com estrutura mais simples, e alguns hotéis, como o Cambará Eco Hotel, é 100% sustentável. Ele usa água da chuva que é utilizada nos banheiros, lavanderia e jardinagem, tem aquecimento solar, e estação de tratamento de esgoto própria. Para quem quer curtir os outros atrativos da cidade, agências de turismo oferecem passeios de bote, quadriciclo, jipe, rapel nas cachoeiras e nos paredões - para agradar a todos os gostos!

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canion fortaleza 309 99899Cânion Fortaleza: Vários são os atrativos desse cânion: paredões de 900 m de altura, 1,5 km de largura e 7,5 km de comprimento. É lá que está a cachoeira do Tigre Preto (foto), e fazer uma caminhada para chegar na parte de baixo e curtir o banho de água gelada.
(Foto: Roberto Grillo)



venancios 2 a 99923Cachoeira dos Venâncios: Localizada entre as cidades de Cambará do Sul e Jaquirana, são quatro quedas d'água, que encantam os visitantes com a cor cristalina da água e da beleza. Há trilhas ao redor, para os aventureiros, e as quedas d'água com as piscinas, para quem quer descanso. O ingresso para entrada é R$ 10 por pessoa.
(Foto: Secretaria de Turismo)



artesanato 2 99956Artesanato Kantu Kente: A loja vende roupas e outros trajes de lã de carneiro - sempre bom lembrar que, em Cambará do Sul, as temperaturas descem abaixo de zero com facilidade no inverno.
(Foto: Roberto Grillo)

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Sábado, 12 Outubro 2019 10:40

Chapada dos Guimarães: Natureza exuberante

No coração do Brasil, o Parque Nacional da Chapada dos Guimarães chama a atenção pela sua paisagem única. Os contornos dos paredões rochosos foram esculpidos ao longo de milhões de anos pela ação de chuva, rios e vento. A vegetação de lá tem árvores mais baixas e cobrem quase todo o espaço, dando um colorido especial. As quedas d'água são um refresco para o corpo e olhos, criando uma paisagem especial.

O parque é um dos destinos mais procurados do estado, e não somente pelos atrativos acima. O local também tem 46 sítios arqueológicos, 59 nascentes e uma enorme área de proteção ambiental - tudo para manter intacta essa parte do País.

É bom se preparar para andar pelas redondezas. A região Centro-Oeste do Brasil é bastante conhecida também pelas altas temperaturas e baixa umidade, ainda mais se a visita acontecer no outono ou inverno. É muito fácil os termômetros alcançarem os 40°C durante o dia - e com pouca ou nenhuma sombra. Por isso, levar um boné ou chapéu, usar protetor solar e um repelente de insetos são alguns dos itens que não devem ser esquecidos.

Mas o cuidado vale a pena. Ao andar pelas trilhas do parque, você se depara com paredões de arenito, árvores como ipês, buritis e babaçus, animais como antas, tamanduás-bandeiras e araras-vermelhas. Com um pouco de sorte, dá para avistar também onçaspintadas e lobos-guarás.

Nas trilhas dentro do parque, é possível visitar algumas formações rochosas que saltam aos olhos, como o Morro São Jerônimo, que fica no ponto mais alto, a 800 metros de altitude; a Cidade de Pedra, formada por paredões de arenito que lembram edifícios; e as cavernas, com a Aroe Jari, que conta com um lago no interior.

Para refrescar o corpo e apreciar a força da natureza, as quase 500 cachoeiras da região são um prato cheio. O cartão postal do parque é o Véu de Noiva, queda d'água com 86 metros de altura. O mirante tem visitação livre, mas os turistas não podem descer até o lago formado pela queda. Já outras cachoeiras, como a dos Namorados e as do circuito das cachoeiras estão liberadas para banho e o refresco.

NATUREZA PURA

O Parque Nacional da Chapada dos Guimarães tem uma função muito nobre: a de proteger a vegetação, fauna e rios da região. Ele foi criado, no século 20, justamente para conter a degradação ambiental das nascentes e do ecossistema local.

Há vários voos direto de São Paulo para o aeroporto de Chapada dos Guimarães. Já para chegar ao parque, as melhores opções são alugar um carro ou solicitar um por aplicativo, visto que do aeroporto até a entrada do parque são 11 km de distância, pela rodovia Emanuel Pinheiro.

Embora a maioria das atrações do parque tenha acesso livre, alguns locais só devem ser visitados com o auxílio de um guia credenciado e agendamento prévio. O site do parque tem todas as informações sobre quais atrações estão abertas, como fazer o agendamento e os horários de visitação.

Ao andar pelo parque, não esqueça de levar lanche e água, pois não há restaurantes ou lanchonetes dentro da área do parque. Já a infraestrutura hoteleira da Chapada tem hotéis e pousadas de todos os tamanhos e acomodações.

É lá também que está o centro geodésico da América do Sul. Neste ponto, a distância dos oceanos Atlântico e Pacífico é a mesma - e outro ótimo local para tirar fotos e dizer que está no meio do continente.


NÃO DEIXE DE CONHECER

veu de noiva 2 91726Véu de Noiva: A queda d'água impressiona pela altura: 86 metros que se destacam ao longe. Ela só pode ser vista do mirante, que está aberto o ano todo e não precisa de guia. É um dos pontos mais fotografados e admirados do Parque da Chapada dos Guimarães.
(Foto: José Medeiros/Gcom-MT)



morro do sao geronimo 91785Morro São Jerônimo: É um dos pontos mais altos do parque, situado a 800 metros de altitude. A visita deve ser agendada com antecedência, e a caminhada tem duração de quatro a cinco horas.
(Foto: José Medeiros/Gcom-MT)



caverna aroe jari 91774Caverna do Aroe Jari: Localizada a 46 km da Chapada, é um dos locais mais bonitos e únicos do Mato Grosso. Na língua dos índios bororo, Aroe Jari significa abrigo da alma, e é a maior caverna de arenito do Brasil, com 1.550 metros de extensão. Quando a luz do sol incide na água, os raios criam efeitos incríveis.
(Foto: José Medeiros/Gcom-MT)

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Sábado, 05 Outubro 2019 10:44

Nas alturas em Itatiaia

Em tupi, Itatiaia significa "pedra pontuda", e a descrição não poderia ser melhor. Localizada na divisa dos estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais, na serra da Mantiqueira, o relevo da cidade é bastante acidentado, e é lá que está o Pico das Agulhas Negras, um dos mais altos do Brasil.

O pico fica dentro do Parque Nacional do Itatiaia, o primeiro parque brasileiro, criado em 1937, que guarda outras preciosidades, como o Lago Azul, a piscina natural do Maromba, a cachoeira Itaporani e a Véu de Noiva.

Embora o clima ameno e a paisagem montanhosa atraiam milhares de visitantes todos os anos - Itatiaia é um dos polos de ecoturismo no Brasil, nem só de montanha e cachoeira vive a cidade fluminense. Um ponto em especial chama a atenção e é por outro motivo.

Penedo é um dos distritos de Itatiaia, e é a principal colônia finlandesa no Brasil. Tudo começou com a chegada de um grupo de imigrantes do país nórdico, no começo do século 20, para trabalhar em uma fazenda de café. O povoado virou bairro e um dos pontos turísticos de Itatiaia. Até hoje a atmosfera nórdica é bastante forte por lá. Tanto é assim que o centro de Penedo é conhecido como Pequena Finlândia.

Andando pelas ruas de Penedo dá para conhecer o artesanato local, os chocolates e a gastronomia. Tem também os atributos da natureza, como a Cachoeira de Deus e as Três Cachoeiras, que na verdade é uma com três quedas. Ou seja: Itatiaia é um verdadeiro combo de atrações turísticas.

CLIMA DE MONTANHA

Conhecer Itatiaia é vivenciar diferenças grandes de altitude. A cidade está a pouco mais de 500 metros acima do nível do mar - mas tudo muda quando se visita o pico das Agulhas Negras. A altitude por lá beira os 3 mil metros.

Muda tudo: as trilhas ficam mais íngremes e o ar, mais frio. A temperatura muda tanto que, em dias gelados e úmidos, não é difícil ver neve. Em 1985, por exemplo, nevou tanto que a camada de gelo chegou a ter um metro de espessura.

Há duas melhores épocas do ano para visitar Itatiaia. Para quem gosta de esportes aquáticos e se divertir nas cachoeiras, a boa é viajar no verão. Agora, se você gosta de sentir o friozinho da serra, a pedida é ir no inverno.

Dá para ir de avião para Itatiaia - os voos vão até o Rio de Janeiro, que fica a 194 km -, mas não é tão longe ir de carro. De São Paulo até a cidade fluminense são 260 km, ou três horas de viagem. Há também a opção de ir de ônibus, já que há empresas que levam os passageiros direto para Itatiaia.


NÃO DEIXE DE CONHECER

parque nacional do itatiaia 2013 thiago ferreira 14 87874Parque Nacional do Itatiaia: Fica aberto o ano todo, e ele é dividido em duas partes. A alta, onde fica o Pico das Agulhas Negras, fica aberta à visitação das 7h às 14h. Já a baixa, onde ficam as cachoeiras, como a do Véu de Noiva, o Lago Azul e o Museu Regional da Fauna e Flora, das 8h às 17h. O valor do ingresso é de R$ 17 para visitantes brasileiros.
(Foto: Thiago Ferreira/Divulgação Prefeitura)



cachoeira do escorrega maromba aecom cristiano braga pacheco prefeitura de itatiaia 7 87896Cachoeira do Escorrega: Fica na vila de Maromba, entre Itatiaia e Visconde de Mauá. O escorregador natural que dá nome à queda d'água tem 30 metros de extensão, e termina em uma piscina natural. Há restaurantes e lanchonetes próximos, assim como um estacionamento.
(Foto: Cristiano Braga Pacheco/Divulgação Prefeitura)



museu finlandes penedo divulgacao pmi 4 87863Museu Finlandês: Dona Eva Hilden é o nome completo do museu, que fica em Penedo. Lá podem ser vistos roupas tradicionais, livros, folhetos e fotos, que foram trazidos do país nórdico com os imigrantes que chegaram à região - uma aula de história. Tem também uma exposição de artesanatos feitos pelos moradores do bairro. Dependendo do dia, há apresentações de danças típicas, como a polca. Abre de sexta à segunda-feira, e é um dos pontos mais visitados de Penedo. A entrada custa R$ 10.
(Foto: Divulgação Prefeitura)

Publicado em Turismo
Quarta, 18 Setembro 2019 15:55

As belezas de Brasília

Brasília dá para ver do alto: o desenho da capital se assemelha a de um avião. Mas não era bem essa a ideia do arquiteto Lúcio Costa, que se inspirou no sinal da cruz. O relevo da região, todavia, obrigou um arqueamento em um dos eixos e, assim, nasceu o projeto que levou Costa a vencer o concurso, lançado no governo de Juscelino Kubitschek em 1957, de construção da nova capital do Brasil.

Esse formato de avião se dá pelos dois eixos, o Rodoviário, no sentido norte-sul, e o Monumental, no sentido leste-oeste. Essa estrutura é chamada de Plano Piloto, que acomoda os prédios residenciais e os públicos, as sedes dos três poderes da República e demais órgãos governamentais.

Fundada em 21 de abril de 1960, Brasília tem características únicas. Lá os bairros são chamados de setores. Há os residenciais, os dos hospitais, o hoteleiro, o de escolas e, esses setores têm ruas que são identificadas por siglas. Um exemplo: ao ver essa notação SQSW 504, o local está na superquadra sudoeste lote 504. Essa notação pode parecer confusa para quem não está acostumado, mas a ideia é facilitar a localização das pessoas por lá.

Por ser uma cidade planejada, a arquitetura é um dos seus pontos turísticos. A Praça dos Três Poderes é um exemplo. À esquerda fica o prédio do Supremo Tribunal Federal; ao centro, o Congresso Nacional, sede do Poder Legislativo, onde estão os deputados federais e senadores e, à direita, o Palácio do Planalto, a sede do Poder Executivo, onde fica o presidente da República.

Outros pontos que devem ser visitados são a Ponte Juscelino Kubitschek, que passa sobre o Lago Paranoá e foi eleita a ponte mais bonita do mundo por uma sociedade de engenharia dos Estados Unidos; e o Pontão do Lago Sul, o point gastronômico e de entretenimento da capital federal - afinal, Brasília não é só política!

Cidade-estado

Brasília não é uma cidade nem um estado, é como se fosse as duas coisas ao mesmo tempo. Na verdade, Brasília está dentro do Distrito Federal (DF) - no mapa do Brasil, o espaço ocupado tem a forma de um quadrado, dentro do estado de Goiás. O DF é dividido em regiões administrativas, que são gerenciadas pelo governador distrital - não há prefeitos nem vereadores, e sim deputados distritais.

O clima em Brasília muda bastante durante o ano. O período chuvoso vai de outubro a abril, e cai tanta água que alagamentos são comuns. O período de seca, quando as chuvas são bem mais escassas, vai de maio a setembro. Os brasilienses estão acostumados com a falta de umidade, mas os turistas podem sofrer um bocado. No verão, as temperaturas chegam com facilidade aos 30°C, e no inverno, podem ficar abaixo dos 10°C.

Por outro lado, em maio os ipês-roxos dão o ar da graça. Em setembro, são os ipês-amarelos que aparecem e colorem a capital federal com sua cor característica. Os últimos ipês que florescem são os brancos, mas sua floração dura menos tempo, em torno de 10 a 15 dias, em outubro.

A localização de Brasília, bem no centro do Brasil, é estratégica também para o transporte: por estar no centro do Brasil, o aeroporto da capital é um dos mais movimentados do País.

Não deixe de conhecer

Lago Paranoá - É um lago artificial, que surgiu com as águas represadas do rio Paranoá. É um dos locais mais frequentados por turistas e moradores. Dá para entrar na água em alguns trechos, e alugar pedalinhos, caiaques e pranchas de stand up paddle, perto da Ponte JK. Há salva-vidas no lago, para garantir a segurança dos frequentadores.

Praça dos três poderes - Lá estão as sedes dos poderes Judiciário, Legislativo e Executivo. Os prédios têm igual destaque dentro do desenho da praça. A imagem de duas pessoas no centro homenageia operários que morreram na construção da capital.

Estádio Mané Garrincha - É o segundo maior do Brasil, foi construído para a Copa do Mundo de 2014. Tem capacidade para mais de 72 mil pessoas, e é uma arena multiuso.

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