Descubra surpreendente boa notícia por trás dos parques eólicos

Descobertas levantam hipóteses ainda não exploradas sobre animais marinhos

Esse efeito secundário positivo tem despertado o interesse dos cientistas, ao mostrar que ações humanas podem gerar benefícios ecológicos inesperados.

Nos últimos tempos, a energia eólica instalada no oceano tem ganhado destaque como uma alternativa eficaz para diminuir o uso de combustíveis fósseis.

Estudos indicam que essas estruturas servem como pontos de concentração da vida marinha, promovendo maior diversidade biológica nas áreas ao redor.

Estruturas como abrigo para espécies - bases das turbinas eólicas, fixadas no fundo do mar com materiais como aço e concreto, acabam funcionando como verdadeiros recifes artificiais.

Ao invés de serem apenas obras de engenharia para geração de energia, os aerogeradores passaram a ser vistos também como parte de um processo natural em desenvolvimento.

Em algumas regiões, observou-se que animais marinhos, incluindo peixes e mamíferos, tendem a permanecer perto das turbinas, o que pode indicar um comportamento de atração por essas zonas modificadas.

Para descobrir mais detalhes, leia a matéria completa no site da Gazeta. Fotos: Pexels (ilustrativas)

Outro aspecto curioso revelado pelos estudos está ligado à forma como certos animais têm interagido com os parques eólicos.

Contudo, cientistas identificaram uma função adicional e inesperada dessas instalações: os parques eólicos marítimos podem estar exercendo um impacto ambiental positivo ainda pouco conhecido.

Além disso, a restrição do tráfego pesqueiro nas proximidades dessas instalações contribui para criar áreas de proteção natural.

Espécies como botos e focas parecem utilizar essas áreas como pontos estratégicos para caça ou navegação.

Essas superfícies rígidas oferecem suporte para a fixação de organismos marinhos, como moluscos, peixes e anêmonas, que passam a utilizá-las como refúgio e fonte de alimento.

A presença das turbinas provoca mudanças discretas na dinâmica marinha, como a movimentação das correntes, o que pode afetar a distribuição de nutrientes e das presas.

Essa constatação veio a partir de pesquisas realizadas em torno das turbinas instaladas no Mar do Norte.