Adeus, shoppings: galerias estão cada vez mais vazias

Shoppings na França revelam a crise do consumo tradicional

Em La Riche, dos 40 pontos de venda existentes em um shopping, restam apenas uma farmácia, um salão de cabeleireiro e duas lojas de roupas em funcionamento.

Em Montreuil, a galeria La Grande Porte mantém basicamente um supermercado Carrefour, após o fechamento de diversas lojas, o que evidencia a queda no fluxo de consumidores.

Esse processo não se restringe a casos isolados, mas faz parte de uma tendência que afeta centros comerciais de médio porte, especialmente nas regiões metropolitanas.

As galerias construídas nos arredores das capitais, antes voltadas ao consumo em grande escala, estão passando por uma fase de retração.

A redução no número de estabelecimentos em funcionamento aponta para mudanças estruturais, como a diminuição da frequência de clientes e o deslocamento do consumo para outros formatos.

O esvaziamento dos centros comerciais na França indica transformações significativas no modelo tradicional de consumo. 

Esses espaços, projetados para receber grande público, hoje apresentam baixa ocupação, o que impacta tanto o comércio quanto a dinâmica urbana ao redor.

A perda de fluxo nos finais de semana, período historicamente mais forte para o setor, evidencia a mudança no comportamento de compra. Fotos: Pexels (ilustrativas)