Imagens voltaram a circular nas redes sociais mostrando o pastor Eduardo Costa usando calcinha e peruca loira em Goiânia. O vídeo foi divulgado nesta terça-feira (12/8).
O novo registro mostra que o religioso já havia sido visto com a mesma vestimenta dias antes do vídeo que viralizou.
Nas imagens, é possível ver Eduardo novamente com a peruca loira, mas desta vez com uma calcinha preta fio-dental, em vez do modelo azul que marcou o primeiro flagra.
A cena se passa em um ponto diferente da cidade, em frente a um carro branco e sob uma árvore. No fim da gravação, ele é visto entrando no veículo pelo lado do motorista. Veja abaixo o novo flagra:
O vídeo original, que viralizou inicialmente, foi feito em 10 de agosto, no Setor Urias Magalhães, região norte da capital goiana. Na ocasião, o bispo foi filmado caminhando próximo a um bar com a peruca loira e a roupa íntima azul.
Posicionamento nas redes sociais
O religioso tem cerca de 1,6 mil seguidores no Instagram, que é privado, com a biografia: “Poder e milagres – pastor”.
Após a repercussão, Eduardo gravou um vídeo com a mulher, missionária Valquíria Costa, para esclarecer a situação. O pastor explicou que o uso da vestimenta fazia parte de investigação pessoal para localizar um endereço e não uma atitude comum.
“Na noite de ontem eu fui fazer uma investigação sobre uma situação pessoal minha e de uma forma errada acabei colocando uma peruca, um shorts, e realmente me vesti de uma maneira errada para tentar localizar um endereço que eu precisava para fazer uma citação”, explicou.
Após ter sido filmado às escondidas, o pastor recebeu ameaças dizendo que contariam à mulher dele e publicariam o vídeo caso ele não pagasse um determinado valor até as 12h desta segunda-feira (11/8).
Com a mulher, o pastor decidiu não pagar o dinheiro e, por isso, o vídeo foi exposto nas redes sociais.
“Eu já tinha falado com a minha esposa. Minha esposa sabia que eu estava fazendo essa investigação, ela só não sabia alguns detalhes como eu teria feito, mas decidimos não pagar pela tentativa de extorsão”, disse.
A reportagem da Gazeta procurou a Secretaria de Segurança Pública do estado de Goiás para comentar o caso. Até o fechamento desta matéria, a Pasta não havia se manifestado sobre a ocorrência e possível extorsão ao bispo.
