As cidades do litoral paulista recebem muitos turistas no fim de dezembro, que chegam para celebrar o Natal e o Ano Novo.
Até 20 de fevereiro de 2026, a Ecovias Imigrantes, concessionária que administra a via, estima a passagem de cerca de 4,6 milhões de veículos pelas rodovias que ligam a Capital à Baixada Santista.
Com isso, o Procon-SP realizou uma pesquisa comparativa de preços de produtos que compõem a Ceia de Natal e apontou onde encontrar os menores preços.
Pesquisa
No total, a pesquisa analisou os preços em seis supermercados, sendo três na cidade de Santos e três no município de São Vicente.
As variações de preços constatadas referem-se aos dias em que a coleta foi realizada, entre os dias 8 e 9 dezembro, e podem sofrer alterações.
Quantos aos produtos, foram comparados os preços de 67 itens de diferentes marcas, entre eles, azeites, bombons, carnes congeladas, lentilha seca, conservas, farofas prontas, frutas em calda, panetones e chocotones.
Resultados
Segundo a pesquisa, o estabelecimento Assaí na cidade de Santos foi o que apresentou a maior quantidade de produtos com menor preço.
O item com maior diferença de preço, a farofa tradicional da Yoki, de 400 gramas, registrou 104,90% de variação entre os valores mais caros e baratos.
Na Capital, a diferença chegou a 108,90% e indicou dois estabelecimentos da zona norte e leste como os mais baratos.
Dicas ao consumidor
O Procon-SP orienta que o consumidor faça uma comparação entre os preços praticados por diferentes estabelecimentos e também considere a relação qualidade, peso e preço do item a ser adquirido.
Recomenda-se planejar com antecedência o cardápio da ceia que será servida, listando os alimentos, bebidas e ingredientes para o preparo, pois isso ajuda a evitar compras desnecessárias e por impulso.
Na hora da compra, é importante ler as embalagens e rótulos dos produtos, observando características, condições de conservação, informações nutricionais, informações sobre alergênicos, além da data de validade.
As promoções divulgadas pelos estabelecimentos comerciais devem ser cumpridas; por isso, é aconselhável guardar os folhetos e anúncios publicitários que comprovem as ofertas.
O consumidor deve ficar atento porque foi observado no levantamento que alguns fabricantes reduziram a gramatura de seus produtos, principalmente os panetones e chocotones.
Nestes casos, pela legislação, os produtos têm que ter esta informação em suas embalagens, com destaque, por no mínimo seis meses.
