Como se proteger da energia negativa nas redes sociais, segundo especialista

Como a exposição digital afeta emoções, quais práticas evitam interferências e por que o fim do ano aumenta a vulnerabilidade vibracional

É necessário evitar postar fragilidades em momentos de dor, não publicar por impulsividade ou raiva e pedir proteção de forma consciente

É necessário evitar postar fragilidades em momentos de dor, não publicar por impulsividade ou raiva e pedir proteção de forma consciente | Freepik

Em um momento em que a exposição nas redes sociais se tornou parte da rotina e em que o fim do ano costuma intensificar comparações, cobranças e sensação de inadequação, cresce a preocupação com os impactos emocionais e energéticos desse ambiente.

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A Sacerdotisa Narja Nunes explica que esses efeitos não são apenas psicológicos, mas também vibracionais.

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“Receber energia negativa nas redes é quando a vibração de alguém, seja inveja, raiva, julgamento, comparação ou obsessão, se conecta à nossa energia. Não precisa existir comentário, uma simples intenção já cria um fio”, afirma.

Segundo ela, o corpo energético sente antes da mente, o que provoca peso repentino, queda de vibração, ansiedade sem motivo ou a sensação súbita de estar sendo observado.

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Os sinais de que houve interferência energética incluem cansaço sem origem aparente, irritação ou tristeza súbita, aperto no peito, sensação de drenagem, insegurança repentina, pensamentos obsessivos sobre o post, insônia, sonhos agitados e dores de cabeça leves.

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“Tudo isso surge quando o campo energético captou uma interferência após a exposição”, afirma.

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O que fazer para se proteger

Antes de publicar, Narja recomenda rituais simples para fechar a energia: respiração profunda três vezes, mentalização de um círculo dourado envolvendo o corpo e conexão emocional estável. Também orienta evitar postar fragilidades em momentos de dor, não publicar por impulsividade ou raiva e pedir proteção de forma consciente.

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“Quando a energia está protegida, a exposição não encontra brechas para virar vulnerabilidade”, afirma.

Caso haja impacto negativo depois de um post, ela orienta práticas rápidas para reequilibrar:

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  • Lavar mãos e nuca com água fria;
  • Beber um copo de água com intenção de limpeza;
  • Passar arruda ou alecrim do pescoço para baixo;
  • Respirar fundo e cortar mentalmente os fios energéticos com uma tesoura dourada imaginária, além de fazer uma breve pausa das redes.

A afirmação “minha energia retorna ao meu centro agora” também ajuda a restaurar o equilíbrio. “Esse processo interrompe o impacto e reorganiza o campo energético”, diz.

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Narja diferencia interferência externa de insegurança interna ao observar a velocidade com que os sintomas aparecem. “A insegurança interna cresce aos poucos, tem uma história e um gatilho. A carga externa é brusca. Se você estava bem e minutos depois de postar sente peso, dúvida ou queda de alegria, é interferência externa”, explica.

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Riscos e proteção

A sacerdotisa também alerta para os riscos de expor crianças. “A criança é um campo aberto e ainda não tem defesa energética própria. Ao expor, você permite que intenções externas, inveja, cobiça ou até vampirização energética alcancem a energia dela”, afirma.

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Para proteger, recomenda não postar momentos de doença, choro ou fragilidade, evitar mostrar rotina, escola ou horários, realizar uma prece ou benzimento antes de postar e inserir símbolos discretos de proteção na imagem. “Os pais são os guardiões da energia do filho e a internet não é neutra”, ressalta.

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Mesmo quem não posta não está necessariamente protegido. “Elas estão menos expostas, mas não totalmente protegidas, porque a energia chega pela convivência, pelo olhar, pela intenção e pela fala. Proteção é vibração, não ausência de redes”, afirma.

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No fim do ano, a sensibilidade cresce devido à vibração coletiva acelerada. “É um período em que todos avaliam a própria vida, fecham ciclos, comparam trajetórias e criam metas. A internet vira uma vitrine e isso ativa a dor da comparação social. A mente fica mais sensível e o emocional, mais frágil”, diz. Essa energia coletiva pode interferir na autoestima e nos ciclos individuais.

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“Quando a vibração coletiva está pesada, ela toca o campo individual. A pessoa se cobra mais e sente que está atrasada, criando caos interno.”

Para construir uma relação mais saudável com as redes, Narja orienta postar a partir da essência e não da comparação, lembrar que a vida real está fora da tela, criar pausas energéticas ao longo do dia, cultivar rituais de proteção antes e depois da exposição, evitar consumir conteúdos que baixem a vibração, manter o sagrado no privado e fortalecer autoestima e espiritualidade.

“Quando a energia é forte, não existe medo da exposição”, conclui.