O Fiat Fastback terá uma nova geração a partir de 2027, com mudanças no design, no interior e na estrutura. O modelo está em fase de testes na Europa e tem produção confirmada para o Brasil, com lançamento previsto entre o fim de 2026 e o início de 2027.
Imagens recentes do veículo em testes mostram que o Fastback passará a adotar a nova identidade visual da Fiat, já aplicada em outros modelos da marca.
O projeto segue a linguagem introduzida no Grande Panda, com linhas mais retas e superfícies planas, tendência que também aparece em modelos como Toro, Argo e Cronos.
Detalhes do veículo
Os registros foram feitos na Itália e divulgados pelo perfil FCA Fan Brazil. Na dianteira, o novo Fastback contará com faróis de LED mais estreitos e capô mais alto.
A silhueta cupê será mantida, com a queda do teto em direção à traseira. Na parte traseira, as lanternas passam a ocupar posição mais elevada, e a placa será transferida da tampa do porta-malas para o para-choque.
O interior também será reformulado. A proposta segue uma linha mais limpa, com redução de comandos físicos e maior foco em telas. O painel terá novo desenho, com quadro de instrumentos digital ampliado e central multimídia maior.
O console central será mais elevado e terá acabamento em preto brilhante, além de seletor de marchas nas versões automáticas.
Já o volante de dois raios, os bancos com revestimento sintético e grafismos geométricos, além dos encostos de cabeça parcialmente integrados, completam o novo conjunto interno. A principal mudança técnica está na plataforma.
A nova geração do Fastback vai adotar a arquitetura Smart Car CMP, do grupo Stellantis, substituindo a base MLA utilizada atualmente no modelo vendido no Brasil.
Essa plataforma já equipa veículos como Citroën C3, Aircross e Basalt, além do Opel Frontera e do Grande Panda.
Com a nova base, o Fastback deve crescer em dimensões. A distância entre-eixos, hoje em 2,53 metros, pode passar para cerca de 2,60 metros, com possibilidade de alcançar 2,64 metros, medida usada no Citroën Basalt. A mudança tende a ampliar o espaço no banco traseiro.
No conjunto mecânico, a expectativa é de continuidade no mercado brasileiro. O modelo deve manter o motor 1.0 turbo flex, incluindo a configuração com sistema híbrido leve, além do 1.3 turbo flex de 185 cv destinado à versão Abarth.
