Estados Unidos lançam ataques contra Estado Islâmico na Síria

Ataques são uma nova represália após a ofensiva em dezembro que matou três norte-americanos no país

Ofensiva contou com o uso de mais de 90 munições guiadas de precisão (que utilizam sistemas de mapeamento para atingir o alvo precisamente) e mais de 20 aeronaves

Ofensiva contou com o uso de mais de 90 munições guiadas de precisão (que utilizam sistemas de mapeamento para atingir o alvo precisamente) e mais de 20 aeronaves | Reprodução

Um ataque de larga escala foi realizado pelos Estados Unidos e forças aliadas contra o grupo jihadista Estado Islâmico em todo o território da Síria neste sábado (10/1).

Segundo informado pela agência de notícias France Presse (AFP), os ataques são uma nova represália após a ofensiva em dezembro que matou três norte-americanos no país.

“Os ataques tiveram como alvo o Estado Islâmico em toda a Síria” e foi parte da operação Hawkeye, lançada em “resposta direta ao ataque mortal do Estado Islâmico contra forças dos Estados Unidos e da Síria em Palmira”, em 13 de dezembro, indicou o controle militar americano na rede social X, antigo Twitter.

O comunicado divulgado, entretanto, não informa se os ataques deixaram mortos no território sírio.

De acordo com a agência de notícias Reuters, o Pentágono não comentou os ataques. Já o Departamento de Estado não respondeu ao ser questionado sobre a ofensiva.

O porta-voz do Comando Central Norte-americano, Capitão Tim Hawkins disse que mais de 35 alvos foram atingidos durante o ataque.

A ofensiva contou com o uso de mais de 90 munições guiadas de precisão (que utilizam sistemas de mapeamento para atingir o alvo precisamente) e mais de 20 aeronaves. Segundo ele, o intuito é “evitar futuros ataques”.

Invasão na Venezuela e captura de Maduro

No começo de 2026, os EUA tomaram as manchetes dos jornais após invadirem e capturarem Nicolás Maduro após uma operação militar norte-americana realizada durante a madrugada de sábado (3/1).

O líder sul-americano será ser julgado pelo governo Donald Trump por crimes como narcoterrorismo, tráfico de drogas e porte ilegal de armas.