Com a chegada do verão e o aumento das temperaturas, o uso de ventiladores e aparelhos de ar-condicionado cresce e pode pesar no orçamento doméstico.
Para evitar o aumento excessivo na conta de luz, o Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo (Ipem-SP) orienta consumidores a adotarem práticas de uso eficiente de energia e a observarem critérios técnicos na hora da compra de equipamentos.
Apesar do calor, São Paulo enfrentou temporais intensos desde na última semana, que provocaram alagamentos, quedas de energia e transtornos no trânsito.
Como economizar
Um dos principais aliados da economia é a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (Ence), do Inmetro.
O selo classifica os eletrodomésticos de acordo com a eficiência energética, em uma escala que vai de A (mais eficiente) a G (menos eficiente), além de informar o consumo estimado em quilowatt-hora (kWh). A recomendação é priorizar aparelhos com classificação A, que consomem menos energia e reduzem o impacto ambiental.
No caso do ar-condicionado, o Inmetro orienta comparar o consumo anual informado na etiqueta antes da compra. Um aparelho que consome menos kWh pode ter custo inicial mais alto, mas tende a gerar economia ao longo do tempo.
Manter portas e janelas fechadas, usar cortinas ou persianas para bloquear o calor externo e ajustar a temperatura para cerca de 23°C são medidas que ajudam a reduzir o consumo. A limpeza regular dos filtros também melhora o desempenho e evita gasto excessivo de energia.
Já os ventiladores, embora consumam menos energia que o ar-condicionado, devem ser usados de forma racional. Desligar o aparelho ao sair do ambiente e escolher modelos certificados pelo Inmetro contribuem para a economia. Testar o desempenho antes da compra e seguir as orientações do fabricante também evita desperdícios.
Segundo o Ipem-SP, a combinação entre equipamentos eficientes e hábitos conscientes de uso é fundamental para manter o conforto térmico no verão sem comprometer o orçamento com a conta de energia elétrica.
