Um dique da mineradora Vale se rompeu na madrugada deste domingo (25/1) entre as cidades de Congonhas e Ouro Preto, ambas no interior de Minas Gerais. Não houve feridos.
Segundo relatos iniciais, a água chegou a 1,5 metro de altura. O incidente paralisou as operações da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), que possui uma represa nas proximidades.
Um vídeo mostra o fluxo intenso de água na área após o extravasamento. O rompimento ocorre no dia em que a tragédia de Brumadinho, também em Minas, completou 7 anos.
De acordo com a CSN, houve alagamento de áreas na unidade Pires, de propriedade da CSN Mineração, incluindo o almoxarifado, acessos internos, oficinas mecânicas, área de embarque entre outras áreas e atividades.
Em nota, a Vale informou que comunidades da região não foram afetadas, e que as causas do extravasamento de água estão sendo apuradas.
Leia a nota da Vale na íntegra:
“A Vale esclarece que, na madrugada deste domingo (25), houve extravasamento de água com sedimentos de uma cava da mina de Fábrica, em Ouro Preto (MG). O fluxo alcançou algumas áreas de uma empresa na região. Pessoas e a comunidade da região não foram afetadas. Como é praxe nessas situações, a Vale já comunicou os órgãos competentes e prioriza a proteção das pessoas, comunidades e meio ambiente. As causas do extravasamento de água estão sendo apuradas.
A Vale reforça que o ocorrido não tem qualquer relação com as barragens da empresa na região, que seguem sem alterações nas suas condições de estabilidade e segurança e monitoradas 24 horas por dia, 7 dias por semana.”
