O Dia das Mães, celebrado no dia 10 de maio, se aproxima e é uma das datas mais importantes para o setor de floricultura. Nessa época do ano, o preço de buquês e arranjos costuma subir, impulsionado pela alta demanda.
Dados do Instituto Brasileiro de Floricultura indicam que a data responde por cerca de 15% a 16% do faturamento anual do setor, que movimenta bilhões de reais no Brasil.
A expectativa do mercado para este ano aponta um crescimento entre 8% e 10% nas vendas em relação ao ano anterior, reforçando o peso da data no calendário comercial.
Esse aumento na procura impacta diretamente os preços. Levantamentos do setor mostram que, em datas comemorativas, flores de corte, como rosas e lírios, podem ter reajustes expressivos devido à combinação de demanda elevada e oferta limitada.
Em alguns casos, alguns tipos chegaram a registrar aumentos superiores a 30% e, em datas comemorativas, até variações muito maiores, dependendo da espécie e da região.
Para quem busca uma experiência como presente, em São Paulo, o Expresso Turístico da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) surge como alternativa para quem deseja viajar de trem com a mãe por um custo reduzido.
Preços mais altos
Buquês mais tradicionais, como os de rosas, tendem a concentrar a maior valorização, enquanto arranjos elaborados também encarecem por conta do custo das flores e da montagem. Segundo o setor, o encarecimento está ligado a fatores como:
- aumento concentrado da demanda em poucos dias;
- necessidade de reposição rápida de produtos perecíveis;
- variações na produção, influenciadas por clima e logística.
Apesar disso, o crescimento do mercado segue consistente. Em 2026, o segmento de flores e plantas ornamentais mantém perspectiva de expansão anual entre 7% e 8%, impulsionado pelo consumo doméstico e pela ampliação dos canais digitais de venda.
Como economizar na compra
Algumas estratégias para reduzir o impacto dos preços mais altos:
- comprar com antecedência: evita os picos de preço da última hora;
- optar por flores da estação: costumam ser mais baratas e abundantes;
- escolher plantas em vaso: têm maior durabilidade e menor variação de preço;
- buscar alternativas em supermercados: redes costumam ter contratos fixos com fornecedores, o que reduz oscilações;
- comparar preços online: canais digitais ampliaram a concorrência e podem oferecer melhores condições.
Além do preço, o comportamento do consumidor também vem mudando. Há crescimento na procura por plantas ornamentais e arranjos duráveis, em substituição aos buquês tradicionais, especialmente entre consumidores que buscam custo-benefício e maior tempo de uso.
