A Copa do Mundo de 2026, sediada nos EUA, Canadá e México, vai além de um espetáculo esportivo: é um verdadeiro mercado para jogadores e, principalmente, treinadores
As federações nacionais estão investindo pesado em “grifes” do banco de reservas para garantir o tão sonhado troféu, transformando o cargo de técnico em um dos mais lucrativos do entretenimento global.
No topo do ranking e o forte investimento brasileiro
O topo da pirâmide financeira do futebol de seleções tem um dono indiscutível: o italiano Carlo Ancelotti. Comandando a Seleção Brasileira na busca pelo hexacampeonato, o experiente treinador de 67 anos ostenta o maior salário entre todos os técnicos do Mundial.
Segundo levantamentos de veículos como o Le Parisien e a Gazzetta dello Sport, Ancelotti recebe cerca de 10 milhões de euros por ano. Na conversão atual, isso representa aproximadamente R$ 59,2 milhões anuais pingando na conta do “Mister”.
O valor reflete um currículo incomparável: Ancelotti é o único técnico a vencer as cinco principais ligas da Europa e o maior vencedor da Liga dos Campeões, com cinco títulos. A CBF apostou alto em sua diplomacia e experiência para encerrar o jejum brasileiro.
Ranking dos técnicos mais bem pagos da Copa do Mundo 2026
- Carlo Ancelotti (Brasil): 9,5 milhões de euros (R$ 55,8 milhões)
- Thomas Tuchel (Inglaterra): 5,9 milhões de euros (R$ 34,6 milhões)
- Julian Nagelsmann (Alemanha): 4,9 milhões de euros (R$ 28,8 milhões)
- Fabio Cannavaro (Uzbequistão): 4 milhões de euros (R$ 23,5 milhões)
- Roberto Martínez (Portugal): 4 milhões de euros (R$ 23,5 milhões)
- Didier Deschamps (França): 3,8 milhões de euros (R$ 22,3 milhões)
- Marcelo Bielsa (Uruguai): 3,5 milhões de euros (R$ 20,5 milhões)
- Ronald Koeman (Holanda): 3 milhões de euros (R$ 17,6 milhões)
- Gustavo Alfaro (Paraguai): 2,5 milhões de euros (R$ 14,7 milhões)
- Lionel Scaloni (Argentina): 2,3 milhões de euros (R$ 13,5 milhões)
