Quarentena em São Paulo será prorrogada

Anúncio deve ser feito em uma coletiva de imprensa no Palácio dos Bandeirantes

A quarentena que começou no dia 2 de março no estado de São Paulo estava prevista para acabar no dia 22 de abril

A quarentena que começou no dia 2 de março no estado de São Paulo estava prevista para acabar no dia 22 de abril | CDC/Unsplash

A quarentena que começou no dia 2 de março no estado de São Paulo estava prevista para acabar no dia 22 de abril. Entretanto, o governador João Doria (PSDB) vai anunciar uma nova data ainda nesta sexta-feira (17). Será a segunda prorrogação da quarentena no Estado.

Continua após a publicidade

Os detalhes do novo período devem ser divulgados em uma coletiva de imprensa no Palácio dos Bandeirantes, na zona sul de São Paulo.

Continua após a publicidade

Nos últimos dias, o índice de isolamento social caiu para 50%. O governo diz que o índice ideal para a contenção do avanço do vírus deve ser em torno de 70%.

Continua após a publicidade

Até a manhã desta sexta-feira, o Estado registrava 853 mortes causadas pelo novo coronavírus e 11.568 casos confirmados da doença.

Continua após a publicidade

Com a quarentena, apenas serviços essenciais devem continuar funcionando, como hospitais, clínicas, farmácias, transporte público, táxis, transportadoras, petshops, deliveries, supermercados, açougues, entre outros na área da Saúde e Segurança.

Continua após a publicidade

Comércio, bares, cafés, academias, casas noturnas, escolas públicas ou privadas e todos os serviços não essenciais deverão continuar de portas fechadas.

Continua após a publicidade

Na manhã desta sexta-feira, o infectologista David Uip afirmou que o vírus está concentrado na região metropolitana de São Paulo e reforçou a necessidade e importância do isolamento social. “A população precisa estar convencida que o distanciamento é absolutamente fundamental. Primeiro, porque você melhora diminuindo o índice de transmissibilidade, depois você diminui o índice de doença, mas fundamentalmente você consegue impactar menos daqueles 20% de pacientes que precisarão ser internados e dos 5% que vão para as UTIs”, disse Uip.