Gilberto Dimenstein morre aos 63 anos

Jornalista lutava contra um câncer de pâncreas desde 2019

Gilberto Dimenstein morreu aos 63 anos, em São Paulo

Gilberto Dimenstein morreu aos 63 anos, em São Paulo | Reprodução/Twitter

O jornalista e escritor Gilberto Dimenstein, de 63 anos, morreu na manhã desta sexta-feira (29). Ele lutava com um câncer de pâncreas, que teve uma metástase para o fígado. O enterro deve acontecer no domingo, no Butantã, na zona oeste da Capital. A informação foi confirmada por familiares do jornalista e pelo Catraca Livre, portal fundado pelo jornalista.

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“Morre hoje, 29, o jornalista Gilberto Dimenstein. A luta contra o câncer levou o fundador da Catraca Livre, mas sua determinação em construir uma comunidade mais igualitária, saudável e gentil, continua nesta página”, diz uma publicação do Catraca Livre em uma rede social.

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Graduado pela Faculdade Cásper Líbero, Dimenstein começou a exercer a profissão de jornalista em 1977, na revista Shalon, da Comunidade Judaica do Brasil e trabalhou em veículos como a “Folha de S. Paulo”,” O Globo”, “Jornal do Brasil”, “Correio Braziliense” e “Última Hora”. Além desses veículos, o jornalista também trabalhou nas revistas “Educação”, “Visão” e “Veja”.

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Gilberto Dimenstein também ganhou dois Prêmios Esso de Jornalismo, um em 1988, com a reportagem “A Lista de Fisiologia”, e em 1989, com “O Grande Golpe”. O jornalista também ganhou outros dois Prêmios Líbero Badaró de Imprensa e o Prêmio Jabuti de Literatura de Melhor Livro de Não-Ficção em 1993, com a obra “O Cidadão de Papel”.