A região metropolitana de São Paulo, exceto Capital, contabilizava até a tarde desta segunda-feira (1º) 2.105 óbitos e 24.602 casos de coronavírus (Covid-19). A cidade que lidera o ranking é o município de Osasco, com 311 mortes e mais de dois mil casos confirmados do vírus (veja o levantamento ao lado). Os dados são do governo estadual e podem ser acessados no site www.seade.gov.br/coronavirus.
Os números podem ser maiores, já que muitos pacientes morrem sem ter a confirmação da doença por exames. Sem contar que muitas vezes existe uma demora na notificação entre prefeitura e o governo estadual.

A segunda maior cidade do Estado, com uma população estimada em 1,3 milhão habitantes, o município de Guarulhos somava até segunda 284 mortes por covid-19 e 2.769 casos da doença. A taxa de letalidade é de cerca de 10,3%.
Já as cidades de São Bernardo do Campo e Santo André, ambas na região do ABC Paulista, ocupam a terceira e quarta posição do ranking respectivamente. São Bernardo contabilizava 212 mortes e 2.632 casos suspeitos, enquanto São André 134 mortes e 2.318 casos.
A cidade de Taboão da Serra, a que tem maior densidade populacional do país ocupa a décima posição do ranking. Com cerca de 289 mil habitantes, em uma área de 20.478 km², o município tem uma média de 14 mil moradores por quilômetro quadrado. De acordo com o governo estadual, Taboão registra 822 casos confirmados e 65 óbitos. Já os dados da prefeitura apontam 513 casos confirmados e 71 mortes.
Também na região sudoeste, de Embu das Artes e Itapecerica da Serra ocupam 15ª e 19ª posição. Até o último boletim, Embu contabilizava 46 mortes e Itapecerica 34 óbitos.
ESTADO DE SP.
O balanço divulgado na noite de segunda-feira apontou que o estado de São Paulo registrava 111.296 casos de coronavírus e 7.667 mortes. Já a Capital contabilizava 4.304 mortes e mais de 61 mil casos de Covid-19.
LEITOS DE UTI.
No site da Secretaria Estadual também é possível acessar a taxa de ocupação dos leitos de UTI destinados para o tratamento de pacientes com Covid-19. No Estado, a ocupação era de 70,4%, já na Grande SP, 83,4%.
Na Capital, a taxa de ocupação dos leitos de UTI era de 62%, segundo o coordenador da assistência hospitalar do combate à doença, Luis Carlos Zamarco.
Não é possível verificar a evolução da taxa porque a prefeitura não divulga diariamente a lotação das UTIs da Capital. Já o Governo do Estado publica todos os dias a taxa de ocupação na Grande São Paulo e em todo o Estado.
