Nesta quarta-feira (2), o Grupo ExpoAqua, que tinha anunciado que não manteria mais a Cidade das Crianças em funcionamento, voltou atrás e disse que seguirá com a administração do espaço em São Bernardo do Campo, cidade do ABC Paulista.
De acordo com a prefeitura, a gestão foi procurada pela empresa responsável na segunda-feira (31) e pediu retratação “quanto ao pedido de encerramento das atividades como permissionária da Cidade da Criança”.
Ainda de acordo com a gestão, “no documento, a empresa reafirma seu compromisso em garantir o pleno funcionamento das atividades do parque – somente após as devidas autorizações previstas no Plano São Paulo, do governo do Estado.”
Em nota, a ExpoAqua confirmou a retratação sobre o pedido de encerramento. “A reconsideração ocorreu por meio de ofício junto à Administração Municipal, nesta segunda-feira (31/08), cujo teor reforça seu compromisso em garantir o pleno funcionamento das atividades do parque – somente após as devidas autorizações previstas no Plano São Paulo, do governo do Estado”, diz a nota.
A empresa “assume o compromisso em manter os atuais funcionários do espaço e a cumprir todos os protocolos sanitários necessários. A decisão atende a milhares de manifestações, sobretudo em redes sociais, e principalmente em zelar pelos 150 empregos diretos e outros 50 indiretos de funcionários que honraram, ao longo de tantos anos, a manutenção do espaço”, segundo a nota.
O espaço está fechado desde março deste ano devido à pandemia da Covid-19.
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O anúncio de encerramento da gestão foi publicado na última quinta-feira (27), em uma rede social do grupo ExpoAqua. Em nota, a gestão municipal que já tinha recebido uma proposta de outra empresa para administrar o espaço.
Cidade da Criança
O parque Cidade da Criança foi um ponto turístico muito visitado em São Bernardo do Campo entre as décadas de 1970 e 1980. No entanto, chegou a ficar abandonado de 2005 a 2010, quando foi reaberto.
O espaço não atrai a mesma quantidade de turista como nos anos anteriores, mas segue sendo um ponto turístico da cidade. O espaço foi tombado pelo Conselho Municipal de Patrimônio Histórico e Cultural (Compach), em 1990.
