O primeiro passo é identificar no ambiente um local adequado para que o filhote possa permanecer seguro, que possa defecar e urinar livremente, e que ele possa ver o movimento da casa sem ficar isolado totalmente. O uso do portãozinho pet nas portas é de grande utilidade. Forrar o piso com papel ou jornal ajuda na manutenção da higiene, e evita que o filhote escorregue. Como o filhote estava dividindo alimento e espaço com os irmãos, é comum o filhote chorar quando fica sozinho – nesta hora brinquedos e bichinhos de pelúcia ajudam a adaptação.
Respeite os horários de refeições, de descanso e de atividades do filhote, e evite que o filhote seja acordado por toda a família para brincar. Ele precisa de descanso, filhotes dormem bastante. Se tiver algum outro pet na casa, mantenha-o afastado do filhote, mesmo que seja da mesma raça, introduza lentamente o filhote aos integrantes da casa gradativamente. Um cão adulto pode atacar o filhote, especialmente na ausência do proprietário, portanto não espere que o cão adulto aceite o filhote imediatamente.
Gradativamente vá informando ao filhote onde é o local correto para fazer suas necessidades, o estimule a usar o local adequado, e sempre elogie quando acertar. Quando errar ignore, desta forma reforçará o positivo e o efeito será mais rápido para o aprendizado. Alimente sempre o filhote nos mesmos horários, e no mesmo local, o cão gosta da rotina. Quando tiver idade suficiente para sair na rua, comece a treinar em casa com coleira e guia, antes de tentar sair com ele no primeiro passeio, assim quando estiver na rua, não irá se incomodar com a coleira. Comece com passeios curtos, assim o filhote voltando logo para casa terá sempre prazer em passear, e gradativamente aumente o o percurso. Procure um médico veterinário da sua confiança para avaliar o desenvolvimento do filhote.
