Princípio evolutivo

A Yamaha MT-03 ABS 2021 é alinhada com o desejo de quem valoriza visual diferenciado

Yamaha MT-03 ABS 2021

Yamaha MT-03 ABS 2021 | fotos: Divulgação

De janeiro a agosto, a Yamaha vendeu 3.874 unidades da MT-03 ABS, ante 1.516 da Honda CB 500F, sua principal concorrente. Apesar dessa supremacia comercial, a marca dos três diapasões quer ampliar ainda mais a vantagem. A versão 2021 do menor modelo da linha MT chega com várias melhorias estéticas e ciclísticas. Estará disponível em três opções de cores: cinza fosco (Ice Fluo), azul metálico (Racing Blue) e preto metálico (Midinight Black). O preço público sugerido é a partir de R$ 25.490, um aumento de 3,5% em relação à versão anterior. Como diferencial, a nova MT-03 conta com quatro anos de garantia e revisão com preço fixo.

A MT-03 traz novo para-lama dianteiro, suspensão dianteira invertida, entradas de ar posicionadas à frente do tanque, conjunto óptico com “day light” e canhão de luz. As luzes de direção também são de led e o painel multifuncional é 100% digital. A suspensão traseira foi recalibrada e a rabeta perdeu as alças laterais que ficavam expostas.

Em termos de ciclística, a MT-03 2021 adotou suspensão invertida na dianteira e ajustes de calibragem na traseira, com sete regulagens na pré-carga da mola e curso de 125 milímetros. Segundo a Yamaha, as mudanças deixaram o modelo ainda mais equilibrada em qualquer condição. Na dianteira, não há nenhum tipo de regulagem.

O sistema de frenagem conta com disco ventilado do tipo flutuante de 298 milímetros de diâmetro, mordido por uma pinça de duplo pistão na dianteira. Na traseira, disco ventilado de 220 milímetros e pinça com pistão único. O conjunto conta com sistema ABS em ambas as rodas, que evita o travamento dos pneus em qualquer condição de uso.

O motor de dois cilindros da MT-03 é o mesmo que equipa o modelo desde sua chegada ao Brasil, em 2016. Com capacidade cúbica de 321 cc, conta com duplo comando (DOHC -Dual Over Head Camshaft), quatro válvulas por cilindro, arrefecimento líquido e alimentação por injeção eletrônica. O propulsor é capaz de gerar 42 cavalos a 10.750 rpm de potência máxima e 3 kgfm a 9 mil rpm de torque. Esse é o mesmo motor da mini esportiva R3. Infelizmente, a naked não incorporou a embreagem deslizante.

Princípio evolutivo

VERSÃO NOVA. O Honda Civic 2020 apresenta uma nova versão de entrada, que chega neste mês às concessionárias

Honda Civic 2020

Honda Civic 2020 | /Divulgação

O Honda Civic chega à linha 2020 mais tecnológico, com novos equipamentos de conforto e segurança e introduz uma inédita versão de entrada, a LX, que desembarca nas concessionárias durante este mês, com preço de R$ 97.900. A nova versão se junta à Sport (R$ 104.100), à EX (R$ 107.600), à EXL (R$ 112.600) e à topo de linha Touring (R$ 134.900).

O design externo do Civic recebeu mudanças pontuais, salientando a sofisticação. Na dianteira, o para-choque tem desenho mais horizontal, com detalhes que deixam o conjunto mais refinado. As versões LX, EX, EXL e Touring têm grade do radiador e molduras laterais do para-choque com acabamento cromado, novas rodas de dez raios de 17 polegadas em grafite brilhante. Atrás, todas as versões receberam um acabamento cromado na parte inferior do para-choque. A EXL e a Touring têm as colunas das portas em preto brilhante. Para reforçar o caráter esportivo, a Sport tem detalhes frontais e nos retrovisores em preto brilhante, um novo aerofólio integrado à tampa do porta-malas e rodas de cinco raios com acabamento diamantado escurecido.

Desde à configuração de entrada, o Civic 2020 oferece um pacote completo de equipamentos no qual se destacam o ar-condicionado digital de duas zonas, o freio de estacionamento eletrônico com função Brake-Hold, o controle de cruzeiro, o botão “Econ” de modo de condução econômico, vidros elétricos com função “um toque” para subida e descida em todas as posições, o sistema de entretenimento (5 polegadas para a LX e 7” “touchscreen” com Apple CarPlay e Android Auto para as demais versões) e comandos no volante e câmera para manobras em ré. A Sport passa a contar com o acendimento automático dos faróis de série e recebe o multimídia “touchscreen” de 7 polegadas com conectividade com Apple CarPlay e Android Auto, enquanto a EX amplia seu custo-benefício com a adoção de sistema de áudio com oito alto-falantes, bancos em couro e retrovisor interno fotocrômico.

A EXL incorpora todos os itens e acrescenta novas tecnologias, como o sensor de chuva e o sistema Smart Key, que elimina a necessidade da chave para a abertura e a partida do veículo, agora feita pelo botão Push Start. Outra novidade que aumenta o conforto para os ocupantes da EXL e da Touring é a adição de saídas do ar-condicionado para o banco traseiro. A versão topo de linha reforça seu aspecto superior com equipamentos tecnológicos como o sistema Premium Audio, com 452 watts de potência e dez alto-falantes, incluindo o central e o subwoofer, o sistema de recarga de celulares sem fio no console central, por indução, e o assento elétrico do motorista com ajuste lombar.

O Civic foi desenvolvido para estabelecer um novo padrão de performance dinâmica em seu segmento. A segurança também é tratada como prioridade pela marca japonesa. Todas as versões têm airbags frontais, laterais e de cortina, controle de tração e de estabilidade VSA (Vehicle Stability Assist), sistema de partida em aclive (HSA), sistema de vetorização de torque baseado em frenagem Agile Handling Assist (AHA), luz de frenagem de emergência, freios ABS com distribuição eletrônica de frenagem (EBD), disco nas quatro rodas, luzes de circulação diurna (DRL) e lanternas em leds. O Civic 2020 tem opções de cores de acordo com a versão. Para todas, são oferecidos o Branco Tafetá (sólida), o Prata Platinum (metálica), o Preto Cristal (perolizada) e o Branco Estelar (perolizada especial). A LX, a EX, a EXL e a Touring também podem ser nas cores Cinza Barium e Azul Cósmico (metálicas). Nas equipadas com bancos de couro (EX, EXL e Touring), o tom do revestimento interno varia conforme a cor da carroceria. (Daniel Dias/Agência AutoMotrix)

 

Princípio evolutivo

Alto nível. Testado no Peru, novo Chevrolet Captiva aposta no alto nível de equipamentos, com opções de cinco e sete lugares

A grade acompanha os faróis com luzes de circulação diurna

A grade acompanha os faróis com luzes de circulação diurna | /Luis Piedra Cueva/Airbag/Uruguai

O novo Captiva mantém apenas o nome. A nova geração do utilitário esportivo da Chevrolet, revelada no final de março, durante o Salão de Bangcoc, na Tailândia, pouco tem a ver com o modelo fabricado no México e comercializado no Brasil de 2008 a 2017, quando a produção foi encerrada e deu lugar ao Equinox. Agora, o Captiva é importado da China e está posicionado entre o Tracker e o Equinox, mas briga também na faixa de veículos da família com três fileiras de assentos, nos quais a oferta não é tão ampla. Peru, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai e Uruguai são os primeiros países da América Latina a lançar o novo produto. Já para a Argentina e o Brasil, ainda não há definição sobre a vinda do novo Captiva.

Por fora, o novo SUV impressiona. O modelo tem 4,65 metros de comprimento, 1, 84 metro de largura, 1,76 metro de altura e 2,75 metros de entre-eixos – é oito centímetros mais comprido, seis centímetros mais alto, um centímetro menos largo e tem o entre-eixos cinco centímetros maior que a versão mexicana. A frente é um dos pontos mais marcantes. A grande grade acompanha os faróis com luzes de circulação diurna e outros conjuntos ópticos em leds. Lateralmente mais retilíneo do que seu antecessor, o novo Captiva tem uma linha de cintura alta e rodas de 17 polegadas. Por trás da porta traseira, abriga conjuntos ópticos de bom tamanho, com a área de carga relativamente alta. O para-choques é amplo e contém luzes de neblina ligadas por uma linha luminosa que é acionada em caso de emergência. Abaixo, tem uma saída dupla de escape, mas uma delas é puramente estética. No teto, que tem barras longitudinais de alumínio, há um spoiler elegante e uma antena na forma de uma barbatana de tubarão.

Por dentro, a abertura ampla das portas dá acesso a uma cabine de dimensões muito generosas, especialmente nos assentos traseiros. O design interior é muito atraente, dominado por revestimentos em “couro ecológico” – um tecido sintético que simula couro -, com dois tons de cinza. O painel frontal é dominado pela tela sensível ao toque de oito polegadas, que administra o sistema de áudio com seis alto-falantes, bluetooth e telefonia, e projeta as imagens da câmera traseira. Abaixo, apenas teclas com os comandos para bloquear/desbloquear portas, luzes de emergência e controle de estabilidade. Junto à alavanca de câmbio está o ar-condicionado digital, uma entrada para um carregador de 5V e uma entrada USB. O apoio de braço central é fixo e esconde um espaço de armazenamento de objetos. O volante, que é ajustável em altura, tem multifunções e permite gerir a telefonia, o áudio e o controle de cruzeiro.

Atrás dele, o painel de instrumentos tem uma tela digital de 3,5 polegadas e várias informações do computador sobre o funcionamento do veículo. Nas laterais, estão o velocímetro e o tacômetro, com comandos com ponteiros no formato tradicional.

Para quem está nos bancos traseiros, há uma entrada USB e saídas de ar-condicionado. O apoio de braços central escamoteável conta com porta-copos. São três apoios de cabeça, a mesma quantidade de cintos de segurança de três pontos, e fixações Isofix para cadeiras de bebê. O teto solar elétrico é padrão em todas as versões.

A área do porta-malas permite uma carga de até 429 litros, com os encostos em posição normal. A versão LT tem apenas cinco lugares, mas a Premier traz na mala dois bancos adicionais escamoteáveis.

Em termos mecânicos, o novo Chevrolet Captiva é impulsionado com um único motor para ambas as versões. É o turbo DOHC de 1,5 litros, quatro cilindros e 16 válvulas, com 149 cavalos de potência e 23,5 kgfm de torque, que são transmitidos para o eixo dianteiro. (Luis Piedra Cueva/Airbag/Uruguai/especial para a Agência AutoMotrix)