A atriz Carla Diaz, que está confinada na casa mais vigiada do Brasil, resgatou histórias de personagens marcantes de sua carreira, como por exemplo, a Khadija (O Clone), com o famoso bordão “inshalá” e a Maria de Chiquititas dos anos 90,. No entanto, deixou o público ansioso para assistir o que ela diz ter sido seu maior desafio: viver Suzane von Richthofen nos cinemas.
A estreia dos filmes “A menina que matou os pais” e “O menino que matou meus pais” foi adiada no início da pandemia de coronavírus, e tem previsão de estreia para o segundo semestre de 2021.
Em conversa com outros participantes do reality, Carla disse ter gravado os dois longas em 33 dias. Os filmes trazem duas narrativas da mesma história e serão lançados simultaneamente. “A Menina que Matou os Pais” é a versão de Daniel Cravinhos, o até então namorado de Suzane, que juntamente com o irmão e a jovem planejaram e mataram seus pais. A versão de Suzane será retratada em “O Menino que Matou Meus Pais”.
“Com o BBB21, quem não conhecia a atriz terá oportunidade de ter acesso aos seus trabalhos prévios e futuros. Além disso, a forma que realizamos duas versões sobre o mesmo tema deixará muita gente curiosa”, opinou o diretor do filme, Maurício Eça ao ‘Metrópoles’.
Juntamente com Eça está Ilana Casoy, que além de responsável pelo roteiro do filme, também participou da reconstituição do crime. Ilana foi a única civil no julgamento, e escreveu o livro “Casos de família: Arquivos Richthofen”.
Os dois são réus confessos pelo assassinato de Manfred e Marísia von Richthofen, pais de Suzane, em outubro de 2002. Ela foi condenada a 39 anos de prisão por ter sido considerada mentora da ação e cumpre pena em Tremembé (SP). O episódio é um dos mais lembrados e polêmicos casos do País.
Sinopse
A Menina que Matou os Pais retrata a história que chocou o país. Se passa em 2002, quando em São Paulo, a jovem Suzane von Richthofen (Carla Diaz), junto ao seu namorado Daniel Cravinhos (Leonardo Bittencourt) e seu irmão Cristian Cravinhos (Allan Souza Lima), assassinaram seu pai Manfred von Richthofen (Leonardo Medeiros) e sua mãe Marísia (Vera Zimmerman). Dezoito anos depois, o caso é revisitado em A Menina que Matou os Pais sob o ponto de vista de Daniel, que revela seus motivos para participar do assassinato.
Já O Menino que Matou meus Pais parte do ponto de vista de Suzane, que foi acusada e julgada de ser a mandante do crime.
