O pleito eleitoral foi encerrado em 30 de outubro com a eleição de Lula (PT) para a cadeira do planalto, encerrando as eleições de 2022, sendo que os próximos passos serão a diplomação dos eleitos e as posses no ano que vem.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) declarou os vencedores e as eleições findaram, por outro lado, os seguidores de Jair Bolsonaro (PL) iniciaram um movimento contra o resultado, com a alegação de fraudes na urnas, contestando o processo e a apuração.
Esse movimento contra os resultados é sem igual em nossa democracia recente, sendo que, Bolsonaro e sua trupe argumentavam que havia uma grave falha no processo eleitoral brasileiro.
Nesta última semana, o Ministério da Defesa, que pertence ao poder executivo, tendo como titular da pasta um cargo comissionado pelo presidente, apresentou um relatório que demonstra certa inconsistência no sistema, mas não indica, em momento algum do texto, que houve fraude. Inclusive apresentam uma espécie de contagem de votos que replica o já apurado pelo TSE, o argumento e narrativa ficaram vazios.
Na verdade os líderes do governo queriam a todo custo perseverar em seus seguidores um sentimento que algo iria ocorrer e o Capitão voltaria ao poder. Até a busca de uma intervenção militar e aplicação absurda de artigo da constituição, que nada condiz com o discurso, foram as armas finais desse grupo, mas sem sucesso.
Triste momento político que se passa, pois temos o primeiro presidente não reeleito na história, e, que detinha todos os elementos para gerir o país e tornar-se o herói nacional da vacinação, mas preferiu o sentido contrário. Com verborragia ímpar perdeu milhões de votos adquiridos em 2018.
A democracia permanece, as eleições foram validadas até pelos militares e o brasileiro merece um pouco de calmaria e tranquilidade para poder progredir. Que venha a Copa e o futebol.
