Vendas de Natal decepcionam comerciantes da 25 de Março

Movimentação de pessoas foi metade do esperado

Cruzamento na região da rua 25 de Março em São Paulo

Cruzamento na região da rua 25 de Março em São Paulo | Marlene Bergamo/Folhapress

Depois de um ano de vendas fracas, os comerciantes da região da 25 de Março apostaram tudo no Natal. O resultado, no entanto, não os agradou.  

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Segundo a Univinco (União dos Lojistas da 25 de Março e Adjacências), a movimentação durante este fim de ano ficou perto de 500 mil pessoas por dia, bem aquém do pico de 1 milhão que era observado nesta época.  

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“Os comerciantes tiveram que se adaptar. Não fizeram grandes contratações, diminuíram um pouco o estoque e alguns fizeram mais queima [de estoque]. É duro, todo mundo agora vai diminuindo a velocidade e as despesas para poder sobreviver”, afirma Marcelo Mouawad, diretor da Univinco.  

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Ainda segundo ele, a Copa do Mundo atrapalhou as vendas de Natal, porque as lojas tiveram que ficar fechadas durante os jogos da seleção brasileira.  

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Para o próximo ano, Mouawad diz estar otimista. “O governo federal tende a melhorar um pouco a distribuição de renda. Então algum tipo de venda deve surgir, porque [agora] o poder de compra está muito achatado.”