BYD fica entre as 10 marcas mais vendidas no País; veja prós e contras de se ter um carro elétrico

Dolphin Mini é o modelo de maior sucesso da marca; carro está entre os 25 mais vendidos e é o 10º no ranking de vendas no varejo

Dolphin Mini é o modelo de mais sucesso da marca; carro está entre os 25 mais vendidos e é o 10º no ranking de vendas no varejo

Dolphin Mini é o modelo de mais sucesso da marca; carro está entre os 25 mais vendidos e é o 10º no ranking de vendas no varejo | Divulgação BYD

A fabricante de automóveis chinesa BYD vem crescendo consideravelmente em território nacional. Em abril, a marca emplacou 7.037 unidades e se tornou a nona mais vendida no País. Entre os elétricos é a mais vendida no Brasil.

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Desde janeiro, a BYD já negociou 21.945 automóveis e de março a abril, o crescimento foi de 15%.

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Conquistas da marca

Entre todos os modelos comercializados por aqui, o mais vendido foi o BYD Dolphin Mini. O grande sucesso da marca está entre os 25 carros mais vendidos no Brasil.

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Além disso, o BYD Dolphin Mini acupa a 10ª posição no ranking de vendas do varejo, algo nunca visto se tratando de veículos elétricos.

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Só no mês de abril, 3.015 unidades foram emplacadas no varejo, sendo que 3.149 unidades foram comercializadas em março, segundo informações do portal “Fipe Carros”.

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Carros elétricos no Brasil

As vendas de carros elétricos aumentaram no Brasil. Segundo a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), 93.927 veículos elétricos foram vendidos em 2023, enquanto em 2022, o número era de 49.245.

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Em 2024, 12.026 carros eletrificados foram vendidos só em janeiro. Esse número representa um aumento de 167% dos 4.503 emplacados em janeiro de 2023, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

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Prós e contras

Mesmo com o aumento, o preço desses automóveis ainda é alto. O modelo mais vendido da BYD, por exemplo, custa a partir de R$ 115.800.

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Além disso, os veículos elétricos ainda não são produzidos em território nacional, ou seja, são importados, o que tem um custo a mais. Para acrescentar, o real segue desvalorizado em relação ao dólar (1 dólar equivale a 5,07 reais), logo o preço de venda dos carros elétricos deve se manter elevado.

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Há quem diga que adquirir um carro elétrico pode ser considerado um investimento. Atualmente esse tipo de veículo faz, em média, de 300 a 400 quilômetros por carga.

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Cada carga deve custar entre R$ 30 e R$ 50 para o proprietário que queira “reabastecer” em casa. No posto, o valor deve ser de R$ 90.

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Para rodar a mesma distância, o proprietário de um veículo movido a combustão deve gastar entre R$ 166,8 e R$ 222,40, dado que o consumo médio seja de 10 quilômetros por litro e o preço do litro seja R$ 5,56.

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Outra desvantagem para os donos de carros elétricos é o baixo número de postos de recarga. No País, esses postos ficam concentrados principalmente no sudeste, segundo informações do “Estadão”.

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*Texto sob supervisão de Diogo Mesquita