Nova tecnologia de fiscalização do trânsito será implementada em São Paulo até o início de 2025. Os radares doppler, nomeado em homenagem à Christian Andreas Doppler, físico austríaco, permite identificar a velocidade de um veículo em uma distância de 100 metros antes ou depois do aparelho.
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A ferramenta também pode identificar se o veículo está sobre a faixa de pedestres, avançou no sinal vermelho, andou na contramão, fez uma conversão proibida e se o motorista está usando o celular enquanto dirige.
Como funciona
O aparelho funciona a base de frequências e, através de “laços” virtuais, identifica se houve uma infração ou não. Confira esquema.
- Radar doppler emite constantemente ondas eletromagnéticas com frequências de valor X.
- Ao se aproximar, o veículo rebate essas ondas, que mudam para Y.
- A diferença entre X e Y são os “laços” virtuais, que permitem a identificação se houve ou não uma infração.
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Vantagens
Além de ser capaz de identificar várias infrações, o doppler é uma tecnologia não intrusiva. Para sua implementação, não é preciso destruir o pavimento, assim como não é necessário parar o trânsito para sua manutenção.
“Temos não intrusivos em Curitiba, São Paulo, Salvador, Novo Hamburgo, Anápolis, Aracaju, Campina Grande, João Pessoa e no estado do Pará (um contrato com o Detran)”, disse Guilherme Araújo, diretor presidente da Velsis, empresa curitibana especializada no ramo, ao “UOL”.
A empresa monitora, atualmente, mais de 1.699 faixas e 731 equipamentos em diferentes cidades, em 24 dos 27 estados brasileiros.
*Texto sob supervisão de Diogo Mesquita
