Maior ponte do estado de São Paulo será duplicada com apoio náutico

Investimento de R$ 350 milhões irá duplicar a ponte Engenheiro Gilberto Paim

Obras usarão vigas pré-moldadas de concreto e do método construtivo de balanços sucessivos em seu vão central de 125 metros

Obras usarão vigas pré-moldadas de concreto e do método construtivo de balanços sucessivos em seu vão central de 125 metros | Divulgação/Governo do Estado

A ponte Engenheiro Gilberto Paim, no centro-oeste paulista, será duplicada pela Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp), com investimento de R$ 350 milhões.

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Considerada a maior ponte rodoviária do Estado, a via possui 2,4 km de extensão e liga as cidades de Novo Horizonte e Pongaí. Serão construídos mais 2,4 km ao lado da atual estrutura, com previsão de entrega para agosto de 2026.

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Obras sobre o mar

As obras usarão vigas pré-moldadas de concreto e do método construtivo de balanços sucessivos em seu vão central de 125 metros.

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Para a construção, os 130 trabalhadores utilizarão 3,9 mil toneladas de aço e cinco mil caminhões de concreto, sem contar com o apoio náutico de balsas e embarcações.

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Na rodovia, obras em passarela bloquearão trecho da via Dutra por cerca de 10 dias.

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Cuidados ambientais

Durante as obras, todo material retirado de dentro dos tubos, água e solo é lançado em uma barcaça para a separação, segundo informações do Governo do Estado.

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Após a decantação, o solo é analisado e descarregado em local adequado, fora do leito do rio.

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Além disso, em outubro de 2024, a Entrevias iniciou o trabalho de manejo da fauna aquática nas duas cabeceiras da ponte para preservar as espécies do local. 

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Para o afugentamento dos peixes é feito o cercamento de quadrantes com mantas em geotêxtil para conter a entrada e saída dos animais.

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O isolamento ocorre em etapas, de quadrante em quadrante, ao longo da margem do rio, no espaço onde a obra será executada.

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Após o cercamento, os veterinários e biólogos fazem o afugentamento com redes, de forma que as espécies que estejam nos quadrantes não sejam impactadas, assim, as que ali ainda estiverem, são retiradas e encaminhadas para fora do quadrante.

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Durante as etapas da obra, pouco antes da execução do aterro, as áreas isoladas são reafugentadas com redes. Com isso, caso algum animal seja localizado, será resgatado e solto.