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Cofundadores do Instagram, americano e brasileiro vão deixar companhia, diz NYT

Os dois não explicaram o motivo que os levaram a deixar a companhia, mas informaram que deverão tirar um período de descanso no primeiro momento Por Folhapress De São Paulo

dothCom Consultoria Digital

Publicado em 25/09/2018 às 22:30

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Os executivos Kevin Systrom e Mike Krieger, cofundadores do aplicativo para compartilhamento de fotos Instagram, devem deixar a empresa nas próximas semanas, segundo o jornal "The New York Times".

O jornal atribui a informação a pessoas próximas ao assunto que falaram sob condição de anonimato.

O americano Systrom, presidente executivo do Instagram, e o brasileiro Krieger, diretor de tecnologia da empresa, informaram ao Facebook e aos executivos do Instagram sobre sua decisão nesta segunda-feira, de acordo com a publicação.

Os dois não explicaram o motivo que os levaram a deixar a companhia, mas informaram que deverão tirar um período de descanso no primeiro momento.

A dupla trabalha junta desde 2010, quando começaram a desenvolver o projeto de software que, mais tarde, se tornaria o Instagram.

O Instagram foi comprado pelo Facebook em 2011 por US$ 1 bilhão (cerca de R$ 4 bilhões). Naquele momento, a rede social contava com cerca de 30 milhões de usuários.

Desde então, o crescimento da empresa foi acelerado e já superou o 1 bilhão de usuários.

O New York Times não localizou um porta-voz do Facebook para comentar o caso desta segunda-feira.

A saída dos cofundadores da empresa levanta questões sobre o futuro do Instagram em um momento em que o Facebook sofre com as maiores crises de sua história.

O Facebook vem sofrendo críticas pelo modo como trata da privacidade e dos dados de seus usuários - discussão que ganhou força com o escândalo do uso de informações pessoais de milhões de usuários com fins eleitorais pela consultoria Cambridge Analytica - e por ter servido de plataforma de disseminação de notícias falsas durante as eleições americanas de 2016, na qual o republicano Donald Trump foi eleito presidente.

Não é a primeira vez que fundadores de companhias compradas pelo Facebook tomam caminho semelhante.

Em abril, Jan Koum, um dos fundadores do WhatsApp, comprado pelo Facebook em 2014, deixou a empresa por ter preocupações em relação ao uso de dados pessoais de usuários pelo Facebook, segundo pessoas próximas ao caso.

No mês anterior, outro fundador do WhatsApp, Brian Acton, usou a hashtag #deletefacebook em críticas à companhia feitas no Twitter.

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