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Alckmin destaca queda de homicídios e evita comentar aumento de estupros em SP

Frequentemente criticado por adversários pelo crescimento da facção criminosa paulista PCC, o tucano comemorou a queda no índice de homicídios, informada pela SSP-SP ontem (25) Por Folhapress De São Paulo

dothCom Consultoria Digital

Publicado em 27/09/2018 às 00:50

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Em busca do voto feminino, o presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB) não respondeu a perguntas sobre o aumento de estupros em São Paulo, estado que governou quatro vezes.

Frequentemente criticado por adversários pelo crescimento da facção criminosa paulista PCC, o tucano comemorou a queda no índice de homicídios, informada pela SSP-SP (Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo) na véspera.

"Parecia impossível, mas, não, mostramos que é possível, sim, salvar vidas", declarou em Santo André, no ABC Paulista, nesta quarta-feira (26).

Segundo a pasta, foram 233 vítimas de homicídio doloso no estado em agosto, 12,08% a menos que no mesmo mês do ano passado. Estupros somaram 1.048, aumento de 12,2%.

Questionado sobre a piora na violência sexual, o tucano listou a melhora de outros indicadores.

"Caíram homicídios, roubo de carga, roubo a banco, roubo, furto, roubo e furto de carro. De dez indicadores, oito caíram e o mais importante, que é contra a vida, os homicídios", respondeu.

Ele negou que tenha havido abandono de delegacias de defesa da mulher. "Temos 136, eu mesmo inaugurei mais de uma dezena em todo estado."

"O que nós fizemos em São Paulo vamos levar para o Brasil, salvar vidas, evitar que famílias sejam desfeitas. Os jovens é que perdem a vida", afirmou.

Estagnado nas pesquisas, Alckmin rechaçou mais uma vez mudança em estratégia de campanha e reiterou confiança de que há tempo para superar Jair Bolsonaro (PSL) para derrotar Fernando Haddad (PT) no segundo turno.

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