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Promotoria denuncia três por morte de soldado Juliane em Paraisópolis

A policial foi feita refém quando tomava cerveja com amigas em um bar em Paraisópolis, zona sul da capital, favela dominada pelo PCC Por Folhapress De São Paulo

dothCom Consultoria Digital

Publicado em 08/10/2018 às 18:50

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O Ministério Público de São Paulo denunciou três pessoas sob a suspeita de cárcere privado, tortura e morte da soldado Juliane dos Santos Duarte em agosto deste ano.

Na lista estão dois homens, E.S. da S.F., F.O. da S. e também uma mulher, "sintonia" do PCC em Paraisópolis, E.C.O.F..

A policial foi feita refém quando tomava cerveja com amigas em um bar em Paraisópolis, zona sul da capital, favela dominada pelo PCC.

E.S. da S.F. seria o principal chefe da facção no local e teria sido o responsável pela ordem final para matar a PM. No celular do suspeito, segundo a promotoria, foi apreendida uma mensagem na qual ele mandava dar sumiço em alguém que seria militar.

"Ela foi brutalmente torturada", disse o promotor Fernando Cesar Bolque.

O CASO

Juliane foi sequestrada por criminosos em 2 de agosto quando bebia cerveja com amigas em um bar em Paraisópolis. A comunidade com pouco mais de 60 mil habitantes é dominada pela facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital).

Segundo testemunhas, a soldado foi levada por bandidos ainda com vida. Ela teria ficado em poder dos criminosos até que seu destino fosse decidido, em uma espécie de tribunal do crime.

O corpo de Juliane foi encontrado quatro dias depois dentro do porta-malas de um carro no bairro de Jurubatuba, a 8,5 km de onde havia sido vista pela última vez.

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