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Divisões políticas têm data para acabar, diz Márcio França

Nesta segunda (15), o governador de São Paulo voltou a pregar pela união política e disse que as divisões políticas vão acabar após as eleições Por Folhapress De São Paulo

dothCom Consultoria Digital

Publicado em 15/10/2018 às 19:45

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Na saída da cerimônia de aniversário de 48 anos da Rota, nesta segunda-feira (15), o governador Márcio França (PSB) voltou a pregar pela união política e disse que as divisões políticas vão acabar após as eleições.

Ele afirmou que em 1º de janeiro os eleitos deverão governar para todos os brasileiros.

"Todo mundo está cansado dessa guerra. São Paulo tem que ser maior que essa guerra. A partir de São Paulo, vamos reunificar o Brasil", disse o governador.

"Não da pra ter país provocando briga desnecessária porque sinceramente a maioria do povo nem tem partido", completou.

Para o governador, "houve uma degringolada da própria política" e partidos tradicionais, como PT, MDB e PSDB, não assumiram seus erros. A falta de autocrítica, disse, levou a uma revolta do eleitor.

Apoiado pelo senador eleito Major Olímpio (PSL), coordenador de campanha de Jair Bolsonaro (PSL) em São Paulo, França comentou a neutralidade do presidenciável que, no fim de semana, desejou sorte a João Doria por ele se posicionar como o nome antipetista na corrida estadual.

"Bolsonaro tem todo o direito de fazer como bem entender. Ele é que tá na frente", disse o governador.

França afirmou que a aproximação de Doria com Bolsonaro é por conveniência e disse que, caso o ex-presidente Lula (PT) saísse da prisão, em Curitiba, o tucano iria apoiá-lo.

"O resultado vai ser drástico. Ele [Doria] terá uma punição, não é minha, é do povo", afirmou.

O governador discursou defendendo a Polícia Militar - desde quando assumiu o Bandeirantes, em abril, ele tem feito afagos na corporação, homenageando policiais e comparecendo a enterros dos que morreram em serviço.

O pessebista também tem prometido aumento salarial para a polícia, caso seja reeleito.

"Todo mundo da PM reconhece o esforço que fiz de prestigiar a tropa. A gente não tinha condição de mexer em salário [por conta do calendário eleitoral], mas o salário não é o mais importante", afirmou.

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