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Litoral

Eleições em Praia Grande terão reforço da Polícia Federal

Na próxima quinta (25), das 8 às 19 horas, nos 11 locais de votação, ocorrerão, finalmente, as eleições que definirão o comando do Sindicato dos Trabalhadores Municipais Por Diário do Litoral De Santos

dothCom Consultoria Digital

Publicado em 24/10/2018 às 13:40

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Uma equipe da Polícia Federal (PF) deverá ficar de prontidão em Praia Grande na próxima quinta-feira (25), das 8 às 19 horas, nos 11 locais de votação em que ocorrerão, finalmente, as eleições que definirão o comando do Sindicato dos Trabalhadores Municipais. O pedido é da juíza da 2ª Vara do Trabalho, Lucimara Schmidt Delgado Celli, prevendo uma disputa acirrada entre a Chapa 1, liderada pelo atual presidente do Sindicato, Givanildo Berto da Silva, o Gil, e pela Chapa 2, comandada por Adriano Roberto Lopes da Silva, o Pixoxó. Além da PF, a magistrada está solicitando reforço da Polícia Militar, no sentido de rondar os locais de votação.

Exatos 2.952 dos cerca de 11 mil funcionários públicos estão aptos a votar. A apuração será pública e nas dependências do Fórum Trabalhista, com limite para 40 pessoas – 20 de cada chapa. Membros da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) também serão destacados para os locais de votação. As urnas serão retiradas da sede do Sindicato por oficiais de Justiça 40 minutos antes do pleito e conferidas por mesários e por fiscais de ambas as chapas.

No fim do horário de votação – após às 19 horas – os oficiais de Justiça lacrarão as urnas, na presença dos mesários e fiscais, e farão o transporte até o Fórum. A juíza recomendou que tudo seja registrado fotograficamente. As urnas serão escoltadas pela segurança da Justiça do Trabalho.

Vale a pena ressaltar que é muito importante que todos votem. Para isso, existe ordem expressa da Prefeitura para que os funcionários disponham de três horas para se dirigirem aos locais de votação. O resultado deverá ser conhecido por volta das 21 horas.

Briga

Desde o ano passado, o Sindicato está sob intervenção da Justiça do Trabalho. Os administradores nomeados estão apurando detalhadamente a situação financeira, administrativa e sindical da entidade e atuarão até a proclamação do resultado da eleições.

A juíza destituiu o presidente, a diretoria e nomeou o advogado João Gomes Barbosa e o perito Sérgio Cremaschi Sampaio para administrar a entidade. A sentença é decorrente de ação judicial proposta pela oposição. A medida teria impedido que Gil pudesse permanecer no cargo por meio de uma ata, assinada por ele mesmo, concedendo-lhe mandato até 2020.

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