Para muitos motoristas, fazer uso de dispositivos eletrônicos que nada têm a ver com a condução do veículo é uma prática comum. E essas ferramentas estão se tornando cada vez mais complexas e acessíveis. Smartphones – verdadeiros computadores de mão – e computadores de bordo são bons exemplos disso.
“Usar um smartphone enquanto dirige tornou-se uma parte normal da vida cotidiana. Ao mesmo tempo, o número de possíveis distrações nos veículos está aumentando. Embora muitos motoristas estejam cientes do perigo, eles não transferem essa percepção para a condução do dia a dia. É isso que está no cerne do problema e pode ser fatal. A distração ao dirigir não deve ser um hábito”, alerta Lucie Bakker, diretora de Sinistros do Grupo Allianz de seguro.
As principais distrações ao volante são:
- Mensagens de texto que substituem conversas ao telefone.
- Computadores de bordo em alta.
- Uso de celulares para jogar, ouvir música e ver fotos aumentou significativamente.
- Os condutores jovens – entre 18 e 24 anos de idade – correm um risco especial de condução distraída.
- A maioria dos motoristas ainda tem dúvidas sobre o monitoramento eletrônico do automóvel, que visa detectar o estado de consciência do condutor.
