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Segundo fontes, Weintraub é malvisto tanto por Paulo Guedes, quanto pelo secretário-geral da Presidência
Segundo fontes, Weintraub é malvisto tanto por Paulo Guedes, quanto pelo secretário-geral da Presidência
Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados

Weintraub pode sair do MEC em 2020

Weintraub inicia um período de férias nesta sexta (13) emendando com os recessos, e muitos acreditam que ele não volta em 2020 ao cargo de ministro

Nomes importantes do Ministério da Educação (MEC) deixaram a pasta nos últimos dias numa indicação, segundo fontes, de que o ministro Abraham Weintraub vai sair do cargo. O próprio Weintraub inicia um período de férias nesta sexta-feira (13) emendando com os recessos, e muitos acreditam que ele não volta em 2020 ao cargo de ministro de Educação. Na manhã de ontem, a exoneração da sua principal assessora, a jornalista Priscila Costa e Silva, foi publicada no Diário Oficial da União.

O presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) do MEC, um dos órgãos mais importantes do MEC, Alexandre Lopes, também não está mais dando expediente desde a semana passada. Ele está sendo substituído em eventos e coletivas por Camilo Mussi, diretor de tratamento e disseminação de informações educacionais do Inep. As informações são de que Lopes também vai emendar férias e recesso de fim de ano.

Segundo fontes, Weintraub é malvisto tanto pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, quanto pelo secretário-geral da Presidência, Jorge Antonio de Oliveira Francisco, que avaliam que suas polêmicas são desnecessárias e prejudicam o governo. Na Economia, reclama-se ainda do fato de ele pensar em projetos e sequer comunicar a área econômica, como o Future-se, que previa criação de fundos.

O ministro também não tem apoio de ninguém da área educacional e é conhecido entre reitores como "o ministro da educação que não gosta de educação".

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