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Em 2018, a doença foi responsável pela morte de mais de 802 mil crianças de até 5 anos no mundo
Em 2018, a doença foi responsável pela morte de mais de 802 mil crianças de até 5 anos no mundo
Foto: Divulgação/PMSP

Mesmo com queda, pneumonia continua sendo a principal causa de morte em crianças

Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia ressalta que 417 mil crianças foram hospitalizadas de janeiro a agosto deste ano

Houve uma queda no número de internações por pneumonia no Brasil, mas a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT) alerta que a doença segue sendo a principal causa de morte em criança de até 5 anos de idade.

De acordo com a entidade, a quantidade de internações continua sendo um desafio para a saúde pública e para a sociedade.

“Entre janeiro e agosto deste ano, 417.924 pacientes foram hospitalizados por causa de pneumonia no Brasil, totalizando gastos totais de mais de R$ 378 milhões com serviços hospitalares. No mesmo período do ano passado, foram 430.077 internações, de acordo com informações do Datasus”, informou a entidade.

Em 2018, a doença foi responsável pela morte de mais de 802 mil crianças de até cinco anos no mundo inteiro, de acordo com dados do DataUnicef, órgão ligado ao Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

Pneumonia

A pneumonia é uma doença inflamatória que atinge os pulmões e pode ser provocada por bactérias, vírus, fungos ou pela inalação de produtos tóxicos.

Os principais sintomas são: tosse com produção de expectoração, dor torácica, mal-estar geral, falta de ar e febre.

No caso da manifestação de qualquer sintoma, a pessoa deve procurar um médico, segundo a integrante da Comissão Científica de Infecções Respiratórias da SBPT, pneumologista Rosemeire Maurici da Silva. “Devemos ficar atentos para os sinais e sintomas e procurar auxílio médico precocemente, principalmente no caso de pacientes que apresentam maior risco de complicações e de morte, como crianças e idosos, além de portadores de outras doenças crônicas ou situações em que ocorre deficiência do sistema imunológico”, disse.

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