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Poucos aliados do presidente conseguiram se eleger no último domingo (15)
Poucos aliados do presidente conseguiram se eleger no último domingo (15)
Foto: José Cruz/Agência Brasil

O grande derrotado

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É assim que parlamentares de diversos partidos, oposição e situação, faziam referência ao presidente Jair Bolsonaro após os resultados do 1º turno das eleições municipais. Segundo amigos próximos da família presidencial, o presidente e seus filhos ficaram perplexos com a quantidade de votos que seus aliados receberam, foram poucos os que conseguiram se eleger. No Rio de Janeiro, cidade onde a família sempre morou, o vereador Carlos Bolsonaro recebeu menos votos do que em 2016 e a mãe dos três primeiros filhos de Bolsonaro, Rogéria Bolsonaro (Republicanos), não atingiu nem 3 mil votos. Mesmo na capital de São Paulo, onde a família entrou de cabeça na campanha da candidata Sonaira Fernandes, ela recebeu um pouco mais de 16 mil votos e só foi eleita graças ao quociente eleitoral. Resultado muito abaixo do esperado. Sinais de que o Bolsonarismo está perdendo cada vez mais força e que os aliados do presidente devem encontrar dificuldades em 2022.

Centrão forte.
Enquanto o presidente Jair Bolsonaro e seus aliados lamentavam o resultado das eleições, líderes do centrão comemoravam o grande resultado de seus partidos e o enfraquecimento do presidente da República. Uma parlamentar importante de um dos principais partidos desse grupo comentou: “Agora o presidente está mais fraco e depende muito do nosso apoio para governar”.

Candidatura própria.
Muitos membros do PSL defendem que o partido invista em uma candidatura própria para presidente nas próximas eleições. O sonho do partido é ter o ex-ministro da Justiça Sergio Moro como candidato, e outra possibilidade é a deputada estadual Janaina Paschoal. Qualquer um dos dois como candidato seria um pesadelo para Bolsonaro.

Expectativa.
A Nova Lei do Gás, PL 4476/2020, pode entrar em votação no Senado na próxima semana. O aumento da produção e oferta de gás natural no País trará mais investimentos, gerando empregos e renda para a população.

Dança das cadeiras.
Apenas 12 deputados federais irão disputar o segundo turno nas prefeituras. Número pequeno relacionado aos anos anteriores. E apenas um foi eleito já no último domingo de eleição: Alexandre Serfiotis (PSD), eleito prefeito de Porto Real (RJ).

Presente.
Cresce a movimentação sobre a votação da PEC da prisão em segunda instância. Deputados próximos do presidente Rodrigo Maia (DEM-RJ) afirmam que ele bateu o martelo, e colocará em pauta ainda esse ano. Logo após as eleições municipais do segundo. Deputados paulistas em sua maioria manifestaram apoio a ideia, e já chamam de um “presente de Natal para a população”.

“Ele tentou usar essa relação mais próxima com o presidente Bolsonaro, mas todo mundo que buscou esse caminho não teve resultados positivos”
Júnior Bozzella, presidente do PSL em São Paulo, rebatendo o ex-jogador Marcelinho Carioca, que culpa o fracasso nas urnas (7.500 votos) por falta de dinheiro para a sua campanha de vereador.

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