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O discurso negacionista e a demora para aquisição de vacinas seriam os principais motivos para a caracterização do crime de responsabilidade que daria respaldo ao processo de impeachment de Bolsonaro
O discurso negacionista e a demora para aquisição de vacinas seriam os principais motivos para a caracterização do crime de responsabilidade que daria respaldo ao processo de impeachment de Bolsonaro
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Processo de impeachment

O Guri do Planalto informa tudo que acontece Direto de Brasília

Voltou a circular no Congresso Nacional a palavra mais temida por Presidentes da República. O caos na saúde pública, que essa semana foi exposto pela triste situação de Manaus, é o principal motivo para que parlamentares cogitem essa hipótese. O discurso negacionista e a demora para aquisição de vacinas seriam os principais motivos para a caracterização do crime de responsabilidade que daria respaldo ao processo de impeachment de Bolsonaro. “Já vi esse filme” é como resume um experiente parlamentar sobre a possibilidade de impeachment de Bolsonaro, ele lembra que o último presidente que tentou interferir na eleição da Câmara dos Deputados foi Dilma Rousseff, que saiu derrotada e pouco tempo depois sofreu um processo de impeachment.

Fim do recesso.
Parlamentares já se movimentam para dar fim ao recesso parlamentar e retomarem as atividades no Congresso na próxima semana. Inicialmente, o recesso parlamentar iria até o dia 01 de fevereiro. A votação para presidente do Senado e da Câmara dos Deputados está prevista para início de fevereiro.

Caos à vista.
Parlamentares paulistas ligados ao Governo temem por uma catástrofe ainda maior. Além de todos os problemas causados pela pandemia, os caminhoneiros prometem greve maior que a de 2018 por alta no preço do diesel no próximo dia 1º de fevereiro.

Eleição I.
Seguem as candidaturas de Rodrigo Pacheco e Simone Tebet na disputa. Já na terceira via, Major Olimpio vem correndo por fora.

Eleição II.
O deputado federal Alexandre Frota (PSDB) anunciou essa semana seu nome como candidato à Presidência da Câmara. Com discurso inflamado prometeu, se eleito, acatar processo de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro.

Voz no Parlamento.
As deputadas paulistas Sâmia Bomfim (PSOL) e Tabata Amaral (PDT), ambas da bancada feminina, apresentaram uma carta com dez medidas necessárias para ampliar a participação feminina no Parlamento. A iniciativa foi direcionada aos candidatos a presidente da Câmara.

"Coloquei meu nome à disposição por não aguentar mais gente que faz 'mais do mesmo' e que usa o cargo para as benesses e prerrogativas. Vou respeitar e votar projetos que a população defende"
Senador Major Olimpio (PSL-SP), comentando o motivo de manter sua candidatura à presidência do Senado Federal.

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