Brasil registra queda no IDHM dos estados brasileiros

Índice de 2021 registrou queda em comparação com os valores registrados em 2019, antes da pandemia

São Paulo registrou o maior IDHM em 2021, com 0,842 pontos

São Paulo registrou o maior IDHM em 2021, com 0,842 pontos | Rafael Neddermeyer/Fotos Públicas

O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) divulgou, nesta terça-feira (28/05), um estudo que, a partir da análise do IDH Municipal entre 2019 e 2021, revelou o impacto da pandemia nos estados brasileiros.

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Segundo relatório, São Paulo registrou o maior IDHM em 2021, com 0,842 pontos, seguido por Florianópolis (0,833) e Curitiba (0,810). Enquanto, Maceió, Manaus e Macapá registraram os menores índices de desenvolvimento humano, 0,717, 0,711 e 0,695, respectivamente.

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O que é o IDHM?

Os valores do IDH Municipal foram feitos através da metodologia aplicada na análise dos Índices de Desenvolvimento Humano, que pode variar de 0 a 1 e quanto mais próximo de 1, melhor. Confira as categorias analisadas pelo PNUD em cada Estado.

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  • Longevidade
  • Taxa de escolaridade
  • Renda
  • Qualidade de vida
  • Acesso à educação
  • Acesso à saúde

Antes e depois da pandemia nos Estados

Segundo o estudo, todos os Estados do Brasil apresentaram queda no IDHM entre 2019 e 2021. Veja os estados com maior e menor baixa após a pandemia.

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Melhor desempenho:

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  • Alagoas registrou baixa de 0,4% entre 2019 e 2021
  • Sergipe registrou baixa de 0,4% entre 2019 e 2021

Pior desempenho:

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  • Amapá registrou baixa de 6,6% entre 2019 e 2021
  • Roraima registrou baixa de 6,7% entre 2019 e 2021

Em 2019, cinco estados, mais o Distritos Federal, tinham o IDHM “muito alto”. Outros 20 estados estavam no patamar “alto” e, apenas Maranhão e Alagoas registravam IDHM “médio”. Confira as mudanças em relação ao ano de 2021.

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  • IDHM “muito alto”: São Paulo e Distrito Federal (dois estados)
  • IDHM “alto”: 17 estados, com a queda de Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro
  • IDHM “médio”: oito estados, com a queda de Bahia, Piauí, Paraíba, Pará, Amapá e Roraima. Maranhão e Alagoas permaneceram na mesma faixa

Brasil

Entre 2012 e 2019, os Estados brasileiros registravam aumento em diversos setores. Confira.

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  • Expectativa de vida: 74,48 em 2012, para 76,47 em 2019
  • Acesso à educação: 98,13% em 2012, para 99,27% em 2019, entre pessoas de 6 a 14 anos
  • Renda per capita: R$ 759,11 em 2012, para R$ 814,30 em 2019

Em comparação, confira os valores registrados nos setores em 2021.

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  • Expectativa de vida: 74, 16 anos
  • Acesso à educação: 98,84%
  • Renda domiciliar per capita: R$ 723,84

De maneira geral, entre 2012 e 2021, 18 estados registraram um aumento no IDH Municipal, sete apresentaram quedas e dois não registraram nenhuma alteração.

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*Texto sob supervisão de Diogo Mesquita